Noticias, Fotos, Videos, Resumos de Jogos e Artigos de Opinião acerca do Benfica e de tudo aquilo que o rodeia
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Alargamento à vista: Liga quer Campeonato com 18 equipas
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai propor, em Assembleia Geral extraordinária, no sábado, o alargamento da principal divisão, para acolher o Boavista e uma 18.ª equipa, a apurar numa prova do género “liguinha”.
Segundo a proposta a apreciar pelos clubes profissionais, a que a agência Lusa teve acesso, a 18.ª vaga será encontrada através da disputa de um mini-torneio no final da época, envolvendo o 15.º e o 16.º classificados da I Liga, e o terceiro e o quarto classificados da II Liga, excetuando as equipas B.
Essa prova, caso seja aprovado o regime extraordinário de preenchimento de vaga, disputa-se por eliminatórias, sendo a primeira jogada entre o 15.º do primeiro escalão e o quarto do segundo, e o 16.º da I Liga e o terceiro da II Liga.
Os vencedores desses dois jogos defrontam-se numa segunda eliminatória final, cujo vencedor garantirá a 18.ª vaga no campeonato principal.
A proposta da Comissão Executiva da LPFP, liderada por Mário Figueiredo, sustenta, de forma exclusiva, a obrigatoriedade do organismo em “executar as deliberações dos órgãos de justiça e disciplina desportivas proferidas no âmbito das matérias das suas atribuições e competências”, constantes nos seus estatutos.
Isto é, a reintegração do Boavista, ditada a 21 de fevereiro pelo Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol, terá de ser aplicada pela LPFP, enquanto organismo que gere e organiza os campeonatos profissionais.
Aliás, num dos pontos da proposta, a direção da Liga refere que “a reintegração do Boavista apenas se pode fazer pela criação de uma vaga adicional na composição desta competição na próxima época desportiva”.
Ou seja, “desse modo se justifica que, a par da reintegração do Boavista (…), se proceda à criação de uma outra vaga, de modo a manter o número par de equipas participantes na I Liga”.
Com este pressuposto, a criação dessas duas vagas adicionais só pode acontecer mediante a alteração do Regulamento de Competições, em sede de Assembleia Geral, razão pela qual a reunião magna foi convocada, com caráter extraordinário, para sábado, às 14 horas, na sede da LPFP, no Porto.
Fonte oficial da LPFP disse à agência Lusa que, “face à decisão do CJ da Federação, e à inexistência jurídica da deliberação de 2008, não resta outra alternativa à Comissão Executiva da Liga senão propor à Assembleia Geral a execução dessa mesma decisão e consequente reintegração da Boavista SAD na I Liga”.
“A Comissão Executiva está obrigada, estatutariamente, a cumprir as deliberações dos órgãos disciplinares desportivos”, sublinhou a mesma fonte.
-Noticia retirada do site: www.futebol365.pt
José Manuel Delgado polémico: "Portugal só suporta uma Liga Profissional com 12 clubes"
O futebol profissional em Portugal não passa de uma brincadeira de mau gosto. Por culpa dos clubes e do laxismo do Governo.
Culpa dos clubes porque não estão preocupados com a viabilidade da competição; laxismo do Governo porque faz vista grossa a uma área que devia tutelar.
Alegadamente, os clubes não devem nada aos jogadores, a certificação entregue e aceite pela liga assim o diz. Enganem-me que eu deixo, é a mensagem que chega aos emblemas do futebol profissional, numa conivência com várias tonalidades, cada uma com justificação própria, mas todas a colocarem pregos no caixão da viabilidade da competição.
O esquema usado por muitos clubes é simples mas eficaz, tanto mais que ninguém está interessado em confirmar a veracidade das declarações entregues.
Periodicamente, os futebolistas, amiúde sob coação dos clubes, assinam documentos dizendo que têm os salários em dia. Tenham ou não, os jogadores - que são o elo mais fraco - sem alternativa laboral a meio da época, preferem acreditar no Pai Natal dos clubes, contribuindo para faz de conta que também conhece o beneplácito do seu Sindicato.
Ou seja, é uma teia de cumplicidades - liga, Clubes e jogadores - que perpetua a mentira e leva a situações aberrantes como a que é vivida atualmente no Olhanense. E parece que ninguém se importa realmente com o caso...
Na próxima jornada, o Olhanense recebe o Benfica, numa partida importantíssima para o título e para a manutenção. Não se sabe se os algarvios vão usar os jogadores profissionais ou se recorrerão aos juniores porque, entretanto, os profissionais entregaram um pré-aviso de greve por falta de pagamento dos salários, algo que entra em contradição com as declarações depositadas na liga.
Uma mentira, uma vergonha, um despautério. O rei vai nu.
A I liga, com 16 equipas, é uma mentira e estar a falar em passar para 18 concorrentes (se o Boavista vier a ser reintegrado...) é o cúmulo do disparate.
Meus senhores, acordem! Portugal, já com muita boa vontade, não tem capacidade para sustentar uma Liga profissional com mais de 12 clubes.
E se esses 12 clubes disputarem duas fases, uma entre todos e outra para os seis melhores e seis piores (o que perfará 32 jogos) talvez se encontrem meios para sustentar uma competição a sério, verdadeira e, ao contrário do que hoje acontece, honesta.
Porque a mentira chegou ao auge. Na Liga portuguesa há clubes que não pagam aos jogadores e estão bem classificados e outros que têm tudo em dia e arriscam-se a descer de divisão.
Pior não pode ser e anda tudo a assobiar para o lado como se não fosse nada.
A pergunta de um milhão de dólares é a seguinte: Há alguém interessado em colocar tudo isto no são ou é mesmo para continuarmos no reino da pouca vergonha?
- José Manuel Delgado, jornal A Bola, 1 de Abril de 2013
Benfica é o 5º melhor ataque da Europa
Maisfutebol fez as contas, analisando exclusivamente os golos marcados pelas equipas mais produtivas, nos seus campeonatos. Uma vez que há clubes com diferente número de jogos, o top foi organizado a partir das média de golos por desafio e não por valor absoluto.
O PSV, sem espanto, tem três jogadores entre os melhores marcadores da Holanda: Wijnaldum. Mertens e Matavz. Para a história de um campeonato que por tradição é aberto ficam as goleadas ao Den Haag (7-0 e 6-1!) e ao VVV (6-0). E mais alguns jogos que terminaram com cinco golos.
O quarto lugar é do líder do campeonato ucraniano, o poderoso Shakhtar Donetsk. Tem menos golos do que o Benfica, mas também menos duas partidas, o que faz a diferença na média.
O Benfica divide o quinto lugar com o líder do campeonato sérvio, o Partizan. Ambos apresentam a impressionante média de 2.75 golos por partida.
A equipa de Jorge Jesus ainda não ficou em branco em qualquer jogo da Liga e só em duas ocasiões marcou apenas um golo. O Partizan tem um registo com algumas semelhanças. Nenhum jogo a seco e diversas goleadas, uma delas por 7-0, logo no início da época.
As principais ameaças para estas duas equipas são Austria Viena e Steaua, líderes na Áustria e Roménia. Ou seja, isto ainda pode mudar nas próximas semanas, mas a posição do Benfica não deixa de ser de destaque.
Sinal de que há várias maneiras de ganhar, equipas que estão a fazer boas temporadas aparecem em lugares modestos. É o caso de Manchester United, mas sobretudo de Juventus e PSG. O último da lista é o CSKA. Tem vida fácil na Rússia, mas deve ser a equipa mais poupada da Europa: marca sempre, mas raramente passa dos dois golos.
A lista:
Barcelona 90 golos/29 jogos (3.10)
PSV 85/28 (3.03)
Bayern 78/27 (2.88)
Shakhtar Donetsk 62/22 (2.81)
BENFICA 66/24 (2.75)
Partizan 55/20 (2.75)
Austria Viena (2.50)
Steaua 55/23 (2.39)
Celtic 75/32 (2.34)
Manchester United 70/30 (2.33)
-Noticia retirada do site do Mais Futebol
domingo, 31 de março de 2013
sábado, 30 de março de 2013
Rui Rangel muda de opinião e de repente Jorge Jesus já é o maior
Diz a lenda que Antero de Quental se terá suicidado ao pé de um monumento, deixando uma só palavra escrita: "Esperança." A esperança é a palavra que enche de momento os corações da nação benfiquista. Estamos à beira de transformar a esperança numa realidade viva e concreta que consiste na vitória do campeonato. O título, ganhando o jogo com o Rio Ave, não pode fugir ao Benfica.
O Benfica chega à fase crítica da época a discutir três títulos, sendo que dois são para consumo interno, Liga e Taça de Portugal, e um internacional, Liga Europa. Jesus é o grande arquitecto do êxito desta época. Ele e os jogadores merecem o título, apesar das várias caneladas que sofreu por parte da direcção do Benfica. Só para não parecer sobranceiro e arrogante é que não digo que o Benfica já pode encomendar as faixas de campeão.
Já estou a ver o Marquês de Pombal engalanado para receber a nação encarnada. Sebastião José de Carvalho e Melo, grande obreiro da reconstrução da baixa de Lisboa, após 1755, vai voltar a receber com um abraço fraterno a alma benfiquista. Os holofotes vão acender-se para os lados da Luz e no Dragão o silêncio e a frustração vão imperar.
E agora, quando o título chegar - sei que vai chegar - os "cabeçudos" vão ser outros. O campeonato fica decidido na próxima jornada, podendo a Académica dar uma ajuda e, desta forma, o Benfica vai festejar o título no Dragão. O Benfica está melhor que o FC Porto, quer em termos físicos quer em futebol praticado e, desta vez, teve um treinador que soube ler o jogo e que soube rodar o plantel de forma inteligente. Apesar de ser um crítico de Jesus, ele, esta época, foi diferente em relação às anteriores. A ciência, que diz ter criado, esteve ao serviço dos superiores interesses do Benfica. O título é dele, dos jogadores e dos adeptos. Jesus merece, por isso, a renovação do contrato porque é de momento o melhor treinador da Liga. A não renovação é mais prejudicial para o Benfica do que para Jesus...
A temperatura aquece, mas é bom ter a responsabilidade de perceber que ganhar um campeonato não é ganhar uma guerra. Encher de felicidade os benfiquistas com a conquista do título é um prémio mais do que merecido, porque também serve para atenuar um pouco a crise que atinge os portugueses. A esperança de que nos fala Antero de Quental venceu o meu pessimismo. Um campeonato para o Benfica e uma santa Páscoa para os portugueses e em particular para os benfiquistas.»
- Rui Rangel, jornal Record, 30 de Março de 2013
Rui Santos volta a cair no absurdo: "Benfica domina sector da arbitragem"
Parece também evidente, quiçá por contraste ou como “reflexo pavloviano”, que o FC Porto caiu nas boas graças de Pedro Proença (PP), ultimamente com algumas dificuldades de “gestão de carreira”. Não há notícia de PP ter sido homenageado; apenas convidado. Mas o convite levanta algumas questões de natureza ética, se se considerar – muitos não consideram... – que os juízes de campo são obrigados a irrepreensíveis deveres de isenção. O que faz um árbitro da AF Lisboa numa gala especialíssima da AF Porto?
Não é uma situação virgem porque a AF Porto tem tido a “simpatia” de homenagear alguns árbitros, fora do âmbito da sua associação. Em 2010, no regresso do Mundial, Lourenço Pinto, Carlos Carvalho e a AF Porto também homenagearam Olegário Benquerença (Santarém), Bertino Miranda (Porto) e José Cardinal (Porto). Mais recentemente, no regresso do Euro’2012, os árbitros homenageados foram Pedro Proença (Lisboa), Duarte Gomes (Lisboa), Jorge Sousa (Porto), Ricardo Santos (Lisboa) e, de novo, Bertino Miranda (Porto).
Quer dizer: a AF Porto sabe – até por uma questão histórica, quando as associações dominavam, totalmente, o sector da Arbitragem no futebol português – quão é importante conquistar a simpatia dos árbitros. Aliás, depois do “estado de terror” imposto sobre o sector nas décadas de 80 e 90, hoje o controlo não é tão expressivo, digamos que existe uma gestão menos espartana relativamente às conquistas realizadas naqueles dois decénios. Depois de conseguida uma certa “respeitabilidade” do sector da Arbitragem (Vítor Pereira) e dos árbitros (de um modo geral), são poucos os momentos – na tempos hodiernos – em que o FC Porto se coloca em colisão com o sector. Honra ao “mérito”, portanto.
Essa colisão aconteceu de uma forma que chegou a ser brutal com o Benfica. Nesse particular, Luís Filipe Vieira esteve muito activo e não poupou o responsável máximo do Conselho de Arbitragem da FPF, Vítor Pereira. Mas, com a eleição de Fernando Gomes e não obstante alguns momentos de maior agitação, com esta FPF, íamos a dizer, o Benfica e o sector da Arbitragem conseguiram conciliar-se. Esta época, de uma maneira geral, e depois das críticas atiradas para o campo de Vítor Pereira nas temporadas anteriores, o Benfica tem tido “boas nomeações”. Pelo menos nomeações que não lhe provocam reticências, como foi o caso daquela que colocou João Ferreira (do caso do túnel) no Benfica-FC Porto, depois do que acontecera com a equipa de Pedro Proença no clássico da Luz de há duas temporadas.
O Benfica ganhou (esta época) algum terreno no que concerne ao controlo do sector de arbitragem e isso é uma novidade. Vamos ver como será até final do campeonato...
-Rui Santos, jornal Record, 29 de Março de 2013
Nota: Recomendamos a leitura do texto do Carlos Alberto no Benfiliado, do qual estamos 100% de acordo.
Rodrigo Mora senta "Novo Messi" no banco do River Plate
Treinador do River Plate explicou porque prefere um jogador do Benfica na equipa titular..
O treinador do River Plate, Ramon Diaz, não escondeu alguma desilusão com Iturbe, jogador emprestado pelo FC Porto até junho. Os adeptos do River têm gostado dos poucos minutos que Iturbe tem pelo clube e pediram que fosse titular contra o Vélez Sarsfield, mas o treinador tem outra ideia.
"Experimentei-o em várias posições e não me convenceu", admitiu Ramon Diaz, em declarações à Imprensa argentina. O principal problema parece ser um jogador que o Benfica cedeu aos argentinos.
"Como segundo ponta de lança, o Iturbe funciona bem, mas vai ter de esperar por uma oportunidade, porque é ele ou Rodrigo Mora [uruguaio cedido pelos encarnados]. Vi o Iturbe com dificuldades táticas, noutros sectores", acrescentou para justificar a sua posição.
-Noticia retirada do site do jornal O Jogo
sexta-feira, 29 de março de 2013
João Malheiro recorda decisão macabra da FPF na Taça de Portugal de 1960/61
Ainda assim, é daquela latitude que mais se ouvem recorrentes acusações ao Benfica, sobretudo no período que antecedeu o 25 de abril, só possível em mentes perversas e demagógicas, já que a vida demonstrou à saciedade quão falaciosas são as acusações portistas.
Outro exemplo? No dia imediato ao da conquista da primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus, ganha ao Barcelona, foi a equipa de reservas que se viu obrigada a disputar, em Setúbal, os quartos-de-final da Taça de Portugal, após inacreditável sentença do mais importante órgão institucional do Futebol português.
O Benfica, que havia ganho 3-1, na Luz, foi batido, por 4-1, em Setúbal, com a inevitável eliminação da prova.
Foi o segundo jogo oficial de Eusébio, que marcou o golo e desperdiçou um penálti, defendido pelo guardião Mourinho (pai do técnico do Real Madrid).
Quem mais jogou? Ramalho, Sidónio, Pinto, Maximiano, Amândio, Humberto Fernandes, Nartanga, Jorge, Espírito Santo e Inácio.
Enquanto isso, entre outros, Costa Pereira, Germano, Coluna, José Augusto, Santana, Águas e Cavém viajavam de Berna.
Essa edição da Taça de Portugal só teve um pormenor pitoresco. Disputada nas Antas (na Luz nunca na história se realizou nenhuma), permitiu ver o Leixões conquistar o troféu no covil dos dragões-que-nessa-altura-ainda-não-eram-dragões.
Como aconteceria, vinte anos mais tarde, quando um golo de Carlos Manuel deixou o anfiteatro portista em silêncio e concedeu ao Benfica o direito de exibir mais uma Taça de Portugal nos seus ricos escaparates. »
- João Malheiro, jornal O Benfica, 29 de Março de 2013
Rui Gomes da Silva demolidor na resposta a Sousa Tavares
Ontem - n' A Bola TV - e hoje - n' A Bola - Miguel Sousa Tavares afirma - e cito: "Rui Gomes da Silva espirra ódio contra o FC Porto".
Para ser franco, tomo a afirmação como elogio.
Porque se ter ódio ... é insurgir-me contra o que ouvi, no "Apito Dourado", contra o que vejo fazer, aos árbitros, favorecendo, sempre, o clube dele e prejudicando, invariavelme...nte, o Benfica, então, sim, tenho ódio ...
Não ao Porto, mas a quem age como age!
Tenho, de facto, ódio à falsificação de resultados, aos "roubos" orquestrados, aos resultados preparados, aos castigos negociados e reduzidos, aos conselhos matrimoniais a árbitros nas vésperas de jogos, a árbitros que se enganam sempre no mesmo sentido (a favor dos dele e contra os meus), a "fruta" oferecida como prémio de arbitragens inacreditáveis, a ameaças físicas a quem ousa apitar sem falsear a verdade, a tudo o que acontece num Estádio que ele tanto gosta.
Ódio a tudo o que nos últimos anos foi acontecendo, contra a verdade desportiva, sim, tenho!
Porque não acredito que ele ache que "espirro ódio" porque quero - sempre - que o Porto perca (tal como ele, em relação ao Benfica, quando afirma "Não torço pelo Benfica em nenhuma ocasião").
Só não percebo a sua preocupação, sobre as minhas atitudes, quando afirma que - acha ele - "... causo danos terríveis ao Benfica".
Compreendo o recado, mas sinto que o desiludiria se lhe fizesse chegar as centenas de mensagens semanais de apoio, por aquilo que digo ... contra aquilo que ele diz gostar ...
Não estou onde estou - Caro Miguel - para agradar a quem quer que seja.
E muito menos a quem manda no seu clube ou na empresa ligada ao futebol que tenta manietar a liberdade no futuro das transmissões televisivas da 1ª Liga, em Portugal!
Estou onde estou para defender o que o meu Pai me ensinou, sobre o que deve ser o comportamento público de alguém que tem a responsabilidade - mesmo que não seja oficial - de defender o Benfica.
Contra tudo aquilo que eu sei que você condena, mas não pode dizer.
Tenho, nesse aspecto, também, mais sorte: é que, para além de ser do Benfica, sou livre de dizer o que penso, de falar contra o que ambos sabemos ser imoral (pelo menos para pessoas de bem, de acordo, com a definição de imoralidade de Kant).
Por isso, e apesar disso, ... Boa Páscoa!
-Rui Gomes da Silva, Facebook
Suazo abandona carreira devido ao... Benfica
David Suazo, antigo jogador do Benfica, anunciou nesta quinta-feira que vai pendurar as chuteiras.
Sem conseguir conter as lágrimas, na conferência de imprensa realizada na cidade natal de San Pedro Sula, nas Honduras, o avançado explicou que a decisão está relacionada com um problema num joelho. «Não posso dar o melhor de mim, e por isso me retiro», afirmou o internacional hondurenho, de 33 anos.
David Suazo começou a carreira no Olimpia e chegou à Europa em 1999, para representar o Cagliari, onde esteve oito épocas. Depois assinou pelo Inter, clube que o emprestou ao Benfica em 2008/09 (venceu a Taça da Liga). Depois passou também pelo Génova, mas o último clube foi o Catania, em 2011/12.
De acordo com a imprensa hondurenha Suazo sofre de um problema de desgaste na cartilagem do joelho esquerdo, associada à lesão sofrida quando jogava no Benfica, na final da Taça da Liga, conquistada frente ao Sporting. O avançado antecipou então o regresso ao Inter, para ser operado ao menisco. Alguns médicos sugeriram a Suazo, nos últimos tempos, a colocação de uma prótese.
-Noticia retirada do site do Mais Futebol
Djuricic por 6 milhões é reforço garantido
A contratação de Filip Djuricic pelo Benfica representa aquilo que deve ser a operacionalidade de mercado de um clube grande hoje em dia.
Detetar o talento, acompanhá-lo e assegurar a aquisição no momento certo, ganhando à feroz concorrência.
Luís Filipe Vieira garantiu o internacional sérvio na altura certa e por um preço (6 milhões) que tem de ser considerado como acessível, tendo em conta o potencial e margem de progressão.
Com a afirmação internacional, fruto das exibições e golos ao serviço de uma seleção como a Sérvia - que desperta sempre a curiosidade dos caça-talentos -, Djuricic custaria hoje quase o dobro, pelo que é normal a expectativa que está a gerar na Luz.
- João Rui Rodrigues, jornal Record, 28 de Março de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Paulo Futre elogia equipa de 1992/93
"Umas das celebres equipas do Benfica e um dos melhores planteis onde joguei"
-Foto e texto retirados do Facebook de Paulo Futre
Para a história, fica a vitória do Benfica, sobre o Sporting, por 1-0, com golo de Paulo Futre.
Ou a vitória na final da Taça de Portugal, sobre o Boavista, por 5-2, com dois golos de Paulo Futre:
Recordemos, então, o plantel da época 1992/93:
-Silvinio
-Neno
-Pedro Roma
-Veloso
-Abel Silva
-José Carlos
-Abel Xavier
-Paulo Madeira
-William
-Mozer
-Hélder
-Samuel
-Fernando Mendes
-Kennedy
-Schwarz
-Kulkov
-Paulo Sousa
-Rui Costa
-Hernâni
-Mostovoi
-Vítor Paneira
-Pacheco
-Paulo Futre
-Isaías
-Mário Jorge
-Mariano
-João Vieira Pinto
-César Brito
-Rui Águas
-Yuran
Ou a vitória na final da Taça de Portugal, sobre o Boavista, por 5-2, com dois golos de Paulo Futre:
As 1001 faces de Jorge Jesus
Europa 2013: Benfica apenas suplantado pelo Bayern Munique
A formação orientada por Jupp Heynckes disputou 12 jogos oficiais neste ano civil (nove para a Bundesliga, um para a Taça e dois na Liga dos Campeões) e regista 11 vitórias e apenas uma derrota (receção ao Arsenal, na prova europeia). Se analisarmos estes resultados como se estivessem sempre pontos em causa, o Bayern somava 33 pontos em 36 possíveis, o que corresponde a um aproveitamento de 92 por cento.
O Benfica, por seu lado, tem 20 jogos oficiais disputados em 2013 (11 para a Liga, três para a Taça de Portugal, dois para a Taça da Liga e quatro para a Liga Europa). Somou, nos mesmos, 17 vitórias e três empates. Convertendo em pontos dá 54 em 60 possíveis, o que corresponde a 90 por cento.
Como foi referido, Benfica e Bayern ainda não perderam qualquer jogo oficial esta época. Entre os principais campeonatos europeus (Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Holanda, Bélgica e Turquia) só há outra equipa que pode dizer o mesmo: o Saint Étienne tem oito vitórias e seis empates. No aproveitamento dos pontos fica pelos 30 em 42 possíveis, o que dá apenas 71 por cento.
Olhando para o Real Madrid, por exemplo, registamos 13 vitórias, quatro empates e uma derrota, o que dá 43 pontos em 54 possíveis (80 por cento). O Barcelona fica pelos 67 por cento, uma vez que soma três empates e quatro derrotas em 18 encontros.
Embora eliminado pela formação «blaugrana» na Liga dos Campeões, o Milan tem um registo melhor, com 14 vitórias, três empates e duas derrotas (71 por cento). E o Manchester United, que soma 11 vitórias, quatro empates e uma derrota (77 por cento).
Beira Mar com o pior registo interno
Regressando aos emblemas nacionais registe-se que o F.C. Porto tem dez vitórias, quatro empates e uma vitória, o que corresponde a 34 pontos de um total de 45 (76 por cento).
O Sporting apresenta cinco vitórias, três empates e quatro derrotas (18 por cento em 36 possíveis, o que dá 50 por cento).
O pior registo de 2013 é do Beira Mar, que não tem qualquer vitória (quatro empates e sete derrotas), com quatro pontos em 33 possíveis, o que equivale a 11 por cento de aproveitamento.
Rendimento dos clubes nacionais:
Benfica, 54 pontos em 60 possíveis (90%)
FC Porto, 34 em 45 (76%)
P. Ferreira, 26 em 42 (62%)
Sp. Braga, 27 em 45 (60%)
V. Guimarães, 21 em 39 (54%)
Nacional, 19 em 36 (53%)
Sporting, 18 em 36 (50%)
Marítimo, 17 em 36 (47%)
Estoril, 16 em 36 (44%)
Rio Ave, 15 em 36 (42%)
Moreirense, 13 em 36 (36%)
V. Setúbal, 12 em 39 (31%)
Académica, 11 em 39 (28%)
Gil Vicente e Olhanense, 8 em 36 (22%)
Beira Mar, 4 em 36 (11%)
-Imagem retirada do Facebook de "Eu nunca vi o Porto ganhar um título às claras. A "Luz" manteve a tradição", e texto do site do Mais Futebol
quarta-feira, 27 de março de 2013
Manuel Alegre diz que Paulo Bento é fraco e tem vistas curtas
Escrevo poucas horas antes do jogo com o Azerbaijão. Estou, como sempre, a torcer pela vitória da Selecção. Sei, por experiência própria, como nestes dias os emigrantes portugueses gostam de empunhar a bandeira, cantar o hino e festejar a vitória. Mas também sei como cada derrota aumenta o sentimento de desenraizamento e humilhação dos portugueses espalhados pelo mundo, muitos dos quais, sobretudo os já nascidos nos países de acolhimento, descobriram o orgulho de ser portugueses através das vitórias desportivas de alguns grandes atletas e, sobretudo, da sua selecção de futebol.
Por isso eu sei a frustração que seria, quer para os que vivem lá fora, quer os que hoje sofrem cá dentro as imposições da troika, o não apuramento da Selecção para o Mundial no Brasil.
Por isso estou nervoso e inquieto, como estava, e com razão, antes do jogo de Israel, o meu amigo Vítor Serpa... É que esta Selecção está irreconhecível.
Quero dizê-lo agora, mesmo que o resultado de hoje seja, como desejo, uma vitória. Escrevo no momento em que Paulo Bento, na véspera de um jogo tão importante, arranjou mais uma polémica, desta vez com Pinto da Costa, pensando talvez que vai ter com ele todos os benfiquistas e merecer os aplausos dos que, com simplismo, exaltarão a sua firmeza.
Eu sou benfiquista mas, por uma vez, partilho as dúvidas do presidente do Porto.
Não sei se João Moutinho está ou não a cem por cento. E o mesmo se diga em relação a Raul Meireles e outros jogadores, sempre convocados, sempre efectivos, independentemente de jogarem ou não nos seus clubes e de estarem fora de forma.
Paulo Bento escolheu aquela equipa, sempre a mesma, para qualquer jogo e qualquer circunstância. É o clube de Paulo Bento. Ponto final.
Ele é firme, não transige, não gosta de críticas e não aceita intromissões. O problema está em saber se, como é vulgar entre nós, não se tem confundido autoridade com autoritarismo, firmeza com intolerância e determinação com teimosia.
Continuo a não estar suficientemente esclarecido sobre os casos Ricardo Carvalho e Bosingwa. Continuo a não compreender porque não se renovou mais a Selecção, porque não se convoca um Nélson Oliveira, um Hugo Vieira, um Hugo Viana, um André Gomes, etc.
E considero inaceitável o discurso de Israel, em que aponta como meta a uma das mais cotadas selecções do mundo a conquista do segundo lugar.
Paulo Bento cultiva, com muitas cumplicidades e alguma complacência, a sua imagem de duro e intransigente. Creio que é sinal de fraqueza e vistas curtas.
E creio que essa imagem e esse perfil não se adequam a uma Selecção cujo estatuto necessita de um estado de espírito mais aberto, mais criativo e menos conflituoso.
Eis o que queria escrever cinco horas antes do jogo de hoje. Posto isto oxalá Portugal vença e Paulo Bento mostre, pelo menos logo, que tem razão contra o que penso.
Mas seja qual for o resultado, é minha convicção que, para estar no Brasil, é preciso mudar. Nas escolhas, no sistema de jogo, na atitude. É preciso, enfim, uma cultura de Selecção.»
- Manuel Alegre, jornal A Bola, 27 de Março de 2013
José António Saraiva compara Pinto da Costa a Mário Soares e Alberto João Jardim
Berti Vogts, o "milionário" selecionador do Azerbaijão, disse que Portugal era mais perigoso sem Cristiano Ronaldo. Os comentadores nacionais escandalizaram-se, mas o jogo de ontem provou que Vogts não se enganava.
A Seleção portuguesa surgiu em Baku mais alegre, mais solidária e até mais perigosa do que em Israel. Porquê? Porque, com Ronaldo, os companheiros jogam para ele, afunilam o jogo nele, e portanto a Seleção torna-se muito mais previsível.
Foi isto que levou muita gente, depois do jogo de Telavive, a dizer desdenhosamente: "A Seleção não joga nada". Com a agravante de que, quando Ronaldo não está nos seus dias (o que na Seleção acontece com mais frequência do que gostaríamos), a nossa agressividade torna-se quase nula.
A alegria revelada ontem pela Seleção Nacional não foi alheia à presença de dois jogadores que habitualmente não alinham, Vieirinha e Danny, muito rápidos, inventivos e gererosos. É pena não terem mais oportunidades.
Uma palavra para a lamentável polémica entre Pinto da Costa e Paulo Bento. Por que será que entre o FC Porto e a Seleção há sempre quezílias e mal-entendidos?
Era assim com Scolari, é assim com Paulo Bento.
Pinto da Costa é uma daquelas figuras - como Mário Soares, Alberto João Jardim e pouco mais - que atingiram o "estatuto da impunidade".
Mas convém não exagerar. Criar uma polémica no intervalo de dois jogos decisivos da Seleção não é propriamente uma atitude patriótica.»
- José António Saraiva, jornal Record, 27 de Março de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)





.jpg)








