quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Juristas discordam da decisão de manter o Porto na Taça da Liga


Contatado pelo Expresso, o jurista João Diogo Manteigas mostra-se surpreendido com a decisão, uma vez que "a hipótese que o FC Porto tinha em se manter na Taça da Liga era quase infíma", sustenta.

"A 'absolvição' do FC Porto esgota-se num falso princípio de ausência de tipicidade. Diz a Secção Profissional do CD da Federação que não há condenação pelo simples facto de não constar no Regulamento da Taça da Liga uma norma equivalente à do artigo 13.º, n.º 1 do Regulamento de Inscrição e Participação das Equipas 'B' [leia o artigo em questão no final do texto]. Mas eu questiono de que forma é que isso será necessário, quando a norma do Regulamento das Equipas "B" abarca a Taça da Liga ao referir, explicitamente, a utilização de jogadores pelas equipas principais. Se se menciona a utilização de jogadores pelas equipas principais, entende-se todas as competições em que estas participem, senão ter-se-ia criado, desde o início, um mecanismo de utilização diferenciado para as diferentes competições", explica.

João Diogo Manteigas questiona a decisão por ter "pecado em exagero" e resume o seu entendimento da questão em três pontos.

"Primeiro, não se entende o porquê da regra das 72h ter que estar contida no Regulamento da Taça da Liga quando resulta perfeitamente de outro regulamento. Ou seja, a tipicidade existe sempre, está é noutro regulamento. Segundo, atente-se que o ponto de ligação entre todas as competições é exatamente a utilização do jogador, antes ou depois, pela equipa 'B'. Logo, está contida no regulamento certo a norma de utilização irregular do jogador. Por fim, a terceira razão que funciona como um pensamento a contrario: a sermos rigorosos e exigentes com o princípio da tipicidade, tal como foi a Secção Profissional do CD da Federação, então teríamos que constar, explicitamente, a excepção da Taça da Liga na norma do 13.º, n.º 1 do Regulamento das Equipas 'B'", defende.
"O regulamento respeitante às equipas B aplica-se a todas as competições"


O professor de Direito do Desporto José Manuel Meirim também segue a mesma linha de pensamento, questionando a justificação apresentada pela FPF. "Existe uma infração, não vejo que haja lacuna. O regulamento respeitante às equipas B aplica-se a todas as competições organizadas pela LPFF, a sua razão de ser quanto à limitação dos jogadores visa impor limites quanto aos jogadores poderem jogar quer na equipa B, quer na principal", explicou, citado pela SIC.

"Entendo que esse anexo V é uma espécie de rede que apanha todas as competições da Liga", sublinhou.

João Diogo Manteigas apresenta mesmo um novo argumento à questão: se há outros artigos que são aplicáveis à Taça da Liga e às restantes competições, por que razão é que este não é?

"Existem outras normas de carácter disciplinar no próprio Regulamento da Taça da Liga que apontam no sentido de relacionar esta competição com todas as outras: veja-se o exemplo do artigo 14.º, n.º 3 e 4 que sustentam a relação entre as sanções disciplinares nas diferentes competições."

Contudo, ambos os juristas relembram que o Conselho de Disciplina pode ter um entendimento diferente do seu. Tal como o Conselho de Justiça, entidade à qual o Vitória de Setúbal pode apelar om um recurso, algo que, a suceder, terá de ser apresentado nos próximos cinco dias. Se acontecer, a Taça da Liga não prosseguirá com as meias-finais enquanto a questão não for resolvida, já que o recurso tem efeitos suspensivos.

-Noticia retirada do site do jornal Expresso

Leonor Pinhão:"Os ladrões que fiquem tranquilos..."


Foi assaltada a sede da FPF. Só levaram o computador do presidente. Fiquem tranquilos os ladrões. Como não foram autorizadas por um juiz as gravações das câmaras de videovigilância da sede da FPF não vos vai acontecer nada.» 

- Leonor Pinhão, jornal A Bola, 4 de Fevereiro de 2013

Bayer Leverkusen 0-1 Benfica: Relato Hélder Conduto Antena 1

Coroado: "Há árbitros que são capazes de bater no joelho um do outro quando se apresentam diante do presidente do FCP"

Jornalista do jornal "A Bola" atira mais uma acha para a fogueira...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Melhor Benfica desde os tempos de Eusébio


O director do semanário Sol, José António Saraiva, foi o convidado desta terça-feira, dia 12 de Fevereiro, do programa da Benfica TV, Tempo Corrido. 

Em declarações ao Canal do Clube não se escusou a falar da actualidade benfiquista, nomeadamente da equipa de Futebol profissional. “Este Benfica está, actualmente, na melhor fase desde os tempos de Eusébio. 

É uma equipa goleadora, uma equipa virada para o Futebol espectáculo, com nota artística”, afiançou. Olhando para os últimos anos, José António Saraiva descobre-nos as razões do sucesso deste Benfica de agora. 

“A estabilidade atingida pelo Clube tem sido fundamental. Sem ela nada se consegue, para construir uma casa são necessárias fundações e estruturas e é isso que tem vindo a ser feito no Benfica”, continuando na sua análise, deu os nomes que estão por detrás deste percurso: “A gestão de Luís Filipe Vieira tem sido basilar. Depois, também o técnico, Jorge Jesus, tem tido um papel fundamental. É um treinador que potencia os jogadores, que coloca as suas equipas a jogar um futebol qualidade, com um padrão de jogo firme e bem definido. É desta forma, seguindo este caminho que o poder no Futebol se constrói. Constrói-se com tempo e com paciência. E desse poder advém o prestígio e a afirmação”, argumentou. 

Entrando em outras temáticas, porque o tempo, neste programa, é mesmo corrido, o arquitecto confessou o nome do seu clube de coração – o Belenenses – aproveitando para recordar o actual técnico dos “encarnados” em Belém, deixou ainda um olhar sobre a etapa europeia que o nosso Clube enfrenta, onde acredita “existirem condições para a passagem à próxima ronda.” 

A terminar, deixou um alerta: “As vozes mais perigosas são as que estão dentro de nossa casa, são as mais ácidas.” 

Tempo final para um último olhar sobre o Jornalismo no Mundo e uma confissão muito pessoal: “Cem anos de Solidão”, de Gabriel Garcia Marquez, é o seu livro de eleição.

-Noticia retirada do site oficial do Sport Lisboa e Benfica

José António Saraiva genial sobre Pedro Proença


Ao contrário do que os benfiquistas dizem, Pedro Proença não quer prejudicar o Benfica. Simplesmente não é um bom árbitro. Falta-lhe inteligência para gerir o jogo em ocasiões críticas. Em lugar de acalmar os jogadores, enerva-os.

No famoso dérbi da Luz do ano passado, antes do fora-de-jogo fatal, expulsara Emerson com algum exagero. Ora, num dérbi, um árbitro deve procurar terminar o jogo com 11 jogadores para cada lado, salvo factos excepcionais.

Também em Setúbal, há 3 semanas, expulsou de forma insensata dois jogadores do Vitória.

No jogo da Madeira, voltou a não estar à altura. Sabendo a polémica que rodeara o jogo, e vendo no fim o nervosismo dos jogadores dos Benfica, devia ter tentado com inteligência esfriar os ânimos. Mas fez o contrário: lançou gasolina no fogo. Num lance que qualquer mediano árbitro inglês teria resolvido sem dramas, mostrando o amarelo a Cardozo por picardia com um adversário que atrasava a marcação de um canto, mostrou-lhe o vermelho. E depois as coisas precipitaram-se. Levou com uma garrafa, enervou-se, e expulsou Matic em jeito de ‘’vingança’’.

Por que razão Pedro Proença apita melhor lá fora? Porque em Portugal acha-se a estrela do espectáculo, quer mostrar que manda e que não tem medo dos clubes (em especial do Benfica). E este vedetismo prejudica-o muito.

Lá fora arbitra melhor porque é mais humilde, não pretende tanto ser vedeta, e é mais cauteloso.

Os bons árbitros são os que evitam os problemas. Ora, nos estádios portugueses, Proença já provou ser um autêntico especialista em arranjar problemas. Com ele há sempre ‘’casos’’. Bastaria isso para não poder considerar-se um bom árbitro.

-José António Saraiva, jornal Record, 12 Fevereiro 2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Nolito quer ir para o Bayern de Munique


Nesta entrevista à Cadena COPE, o jogador confessou que o seu coração "será do Barcelona até morrer", garantindo que não vai festejar caso marque um golo nesse duelo.

O atleta cedido pelo Benfica falou também sobre o Real Madrid, que "talvez já tenha baixado um pouco os braços" no que diz respeito ao campeonato espanhol.

"O Barcelona é atualmente a melhor equipa do mundo. O Real Madrid não tem os jogadores que o Barcelona tem", analisou Nolito.

Questionado sobre uma eventual mudança para o Bayern de Munique, que na próxima época será orientado por Pep Guardiola, o jogador não afastou esse cenário: "Nunca se sabe... Mas oxalá Guardiola me chame para ir para a Alemanha".

-Noticia retirada do site Relvado

Liga Europa: Benfica em 3º lugar na lista de favoritos






Vitor Serpa diz que nomeação de Pedro Proença foi insensata


É o melhor árbitro português e, indiscutivelmente, um dos melhores árbitros do mundo. Não é, nem poderia ser, infalível. Não é, nem poderia ser, insensível. 

É estranho que neste mundo do futebol sempre se exija tanto aos árbitros e tão pouco a todos os outros. 

É ainda mais estranho que não se perceba que os árbitros de futebol, especialmente em Portugal, estão sujeitos a influências e pressões com as quais têm de saber lidar. 

Parafraseando um desbocado e banqueiro da nossa praça, a ideia que as pessoas, em geral, têm dos árbitros de futebol é que eles devem aguentar tudo e calar. 

Devem aguentar mais do que têm aguentado, porque mesmo que se queixem do carrego que lhes pesa nos ombros, alguém surgirá para dizer «ai aguentam, aguentam!». 

Os benfiquistas já tinham a convicção de que Proença é um árbitro maldito. Pode o homem afirmar até a sua filiação de benfiquista que não lhe perdoam o lance que, segundo eles, deu o título ao inimigo. 

Há momentos assim no futebol e não se pode pedir que o tempo devolva racionalidade. Para sempre aquele lance e aquela decisão será lembrada. 

Ora não terá sido, de todo, muito sensato nomear Proença para o jogo da Madeira. Pode entender-se que a lógica foi a de que o jogo tinha tudo para ser pacífico e que era um bom momento para a normalização das relações entre o Benfica e o árbitro. Azar dos Távoras. 

O jogo complicou-se quando menos se esperava que se complicasse e Proença mandou dois benfiquistas para a rua. 

O primeiro por razões óbvias, o segundo - pelo que se pôde ver no estádio e na transmissão televisiva - sem qualquer motivo razoável. 

Proença não queria ficar ligado à imagem de querer limpar a sua consciência, o que, à partida, não lhe consentia imparcialidade.» 

- Vitor Serpa, jornal A Bola, 12 de Fevereiro de 2013

Excelente José Marinho!



"A única interferência que me lembro chama-se Bracalli. Lembram-se de mais alguma?"


-José Marinho, comentando os mais recentes delirios de Pinto da Costa, quando afirmou que o Porto não tem mais pontos por interferências extra futebol

Nota: E Luís Filipe Vieira? Quando vai sair do estado de hibernação em que se encontra, para defender o Benfica dos ataques que estamos a sofrer de Pinto da Costa, Rui Alves, Pedro Proença e companhia lda??


Gaffe monumental do Correio da Manhã


O assaltante que invadiu a sede da FPF, no domingo de madrugada, em Lisboa, escondeu-se das câmaras de videovigilância. Não só da Federação, como também do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

O ladrão escalou pelas traseiras do DCIAP para chegar ao alvo – os gabinetes afetos a Fernando Gomes, líder da FPF, onde roubou dois computadores portáteis: um do dirigente federativo e outro da sua secretária. Os agentes da PSP já têm as imagens da porta principal da FPF para ver se conseguem detetar algum suspeito. De resto, a PSP está a seguir outras pistas. Uma delas tem a ver com os vestígios de sangue encontrados nos vidros partidos da janela do gabinete de Gomes, que serão do assaltante.

Por seu lado, ontem, Adriano Pinto desafiou Fernando Gomes a esclarecer quem é que desceu "muito baixo" para o tentar "atingir" e "intimidar" com o roubo dos computadores. O líder da AF Porto frisou que tal afirmação "leva a presumir" que tenham "ocorrido alguns acontecimentos" antes do assalto à FPF e que o comunicado de Fernando Gomes, no domingo de manhã, lançou um "alerta para coisas que poderão não existir".

-Noticia retirada do site do Correio da Manhã

Nota: Adriano Pinto era o presidente da AF Porto mas faleceu em 2007. O actual presidente da AF Porto chama-se Lourenço Pinto. 
Detalhes, como diz o outro...

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

António Rola arrasa Pedro Proença

Comunicado: Braga abre guerra contra favorecimento dado ao Porto no caso das 72 horas


Relativamente à violação do art. 16.º do RC da LPFP (utilização irregular de um jogador sem que tenham decorrido 72 horas a contar do final do jogo anteriormente disputado pelo mesmo ao serviço da equipa B ou equipa principal do mesmo clube), também é do conhecimento público uma situação similar à do SC Braga e que se encontra pendente.

Sucede que, contrariamente ao processo disciplinar instaurado ao SC Braga, que foi punido sumariamente apenas 2 dias após a verificação da infracção, tendo sido imediatamente aplicadas as sanções respectivas, até ao momento nada decidiu o Conselho de Disciplina da FPF que vem diferindo a decisão do processo disciplinar em causa sem qualquer justificação para tal adiamento.

Ora, face a todos estes circunstancialismos, é forçoso concluir que tem havido uma clara dualidade de critérios por parte dos organismos que tutelam e organizam as competições profissionais portuguesas sendo adoptados comportamentos distintos em relação a situações iguais em prejuízo claro do SC Braga e benefício de outros.

Para salvaguarda da verdade e justiça desportiva deve ser adoptado um tratamento igual para todas as situações independentemente dos intervenientes e sujeitos processuais em causa, caso contrário o SC Braga não terá outra opção a não ser ir até às últimas consequências para defender os seus direitos, pois, entende estar a ser prejudicado deliberadamente.

-Extracto do comunicado emitido pela Braga Futebol SAD

Para visualizar o comunicado completo, aceder ao link:



José Manuel Meirim não tem dúvidas: Porto infringiu a lei na Taça da Liga


O professor de Direito do Desporto José Manuel Meirim considera não haver lacunas no regulamento de competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFF) e que o FC Porto infringiu a lei na Taça da Liga.

«Existe uma infração, não vejo que haja lacuna. O regulamento respeitante às equipas B aplica-se a todas as competições organizadas pela LPFF, a sua razão de ser quanto à limitação dos jogadores visa impor limites quanto aos jogadores poderem jogar quer na equipa B, quer na principal», explicou à agência Lusa José Manuel Meirim.

Para o professor de Direito do Desporto, o valor que se pretende defender com as regras de limitação «não é o descanso do jogador, mas sim o valor da verdade desportiva, não permitindo que os clubes façam a gestão do plantel sem qualquer regra limitativa e é isso que está em causa».

«Entendo que esse anexo V é uma espécie de rede que apanha todas as competições da Liga», sublinhou.

O citado Anexo V dispõe, no seu artigo 13º, que «qualquer jogador apenas poderá ser utilizado pela equipa principal ou equipa B, decorridas que sejam 72 horas após o final do jogo em que tenha representado qualquer uma das equipas, contadas entre o final do primeiro jogo e o início do segundo».

Segundo o inquérito levado a efeito pela LPFP, o FC Porto utilizou três jogadores na Taça da Liga 71 horas e 41 minutos após o final do jogo FC Porto B-Naval, facto que pode afastar os “dragões” da prova.

Em causa está a utilização por parte do FC Porto dos jogadores Fabiano, Sebá e Abdoulaye no jogo FC Porto-Vitória de Setúbal, da Taça da Liga, menos de 72 horas após terem participado no jogo FC Porto B-Naval, referente à II Liga.

A restrição à utilização de jogadores está prevista no Anexo V ao regulamento de competições da Liga, que foi aprovado em dezembro de 2011, exclusivamente para regulamentar a inscrição e participação das equipas B na II Liga por clubes da I Liga.

As conclusões da Comissão de Instrução e Inquérito, remetidas para o Conselho de Disciplina da FPF, apontam para a aplicação de uma sanção de derrota do FC Porto no jogo com o Vitória de Setúbal, da Taça da Liga, para a subtração de dois a cinco pontos e para uma multa, além da suspensão, entre um a quatro jogos, dos jogadores Fabiano, Sebá e Abdoulaye.

Para José Meirim, os órgãos próprios da Federação Portuguesa de Futebol podem ter um entendimento diferente do seu e são eles que vão decidir o caso.

«Podem ter uma opinião diferente da minha. Em primeira instância o Conselho de Disciplina da FPF decide quarta-feira o caso e, depois de conhecida a decisão, pode haver recurso por alguma das partes, o que a acontecer haverá suspensão da prova. O recurso tem efeitos suspensivos», explicou Meirim.

Segundo o professor, a Taça da Liga não avançará para as meias-finais caso alguma das partes recorra da decisão, o que irá trazer «mais transtornos» à prova.

-Noticia retirada do Sapo Desporto

Foi por causa do Sporting, diz Jorge Jesus...


Video: Golaço de Urreta de livre directo na Choupana

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Nuno Farinha diz que penalização do Porto na Taça da Liga está longe de ser uma questão fechada


A penalização do FC Porto na Taça da Liga está ainda muito longe de ser uma questão fechada. O erro cometido pelos serviços administrativos dos dragões pode ser emendado pelos... serviços administrativos dos dragões. 

Ou seja, a famosa superestrutura que suporta toda a organização do FC Porto distraiu-se e cometeu um erro de principiante, que foi permitir que três jogadores alinhassem pela equipa B e pela principal sem que entre o final de um jogo e o início do outro se cumprissem as 72 horas impostas pelo regulamento. 

O intervalo de tempo ficou-se pelas 71 noras e 45 minutos. Faltou um quarto de hora, que pode (ou podia?) ter sido fatal. 

Entretanto, com o caso em análise nas instâncias disciplinares, os mesmos serviços administrativos do FC Porto apreciaram a situação com outra, digamos, "profundidade", e terão percebido que havia um espaço de sobrevivência. 

A adaptação regulamentar que foi feita após o regresso das equipas B destinava-se, essencialmente, a proteger os jogadores jovens. 

Isto é, as 72 horas impostas tinham como objetivo impedir que elementos da equipa principal pudessem "baixar" à B quando bem se entendesse. 

Já o contrário - um jogador atuar pela equipa B e logo de seguida pela principal - não só não contraria o espírito da lei, como até o reforça (promoção do jogador). 

Foi nisto que se baseou a defesa azul e branca junto do Conselho de Disciplina da FPF e, ao que parece, com sucesso. 

Se na próxima quarta-feira for confirmada a continuidade do FC Porto na Taça da Liga, o que pode acontecer? 

Irá a própria Liga recorrer para o Conselho de Justiça? 

E que posição tomará o Vitória de Setúbal, que beneficiaria diretamente com o afastamento da equipa de Vítor Pereira, cabendo-lhe disputar a meia-final frente ao Rio Ave? 

E, de recurso em recurso (esse será mesmo o cenário mais provável), haverá tempo para que as meias-finais se disputem no dia 27 deste mês, conforme está agendado? 

Seguem-se quatro dias de suspense. A meio da próxima semana veremos o que nos reserva mais esta inesperada embrulhada.» 

- Nuno Farinha, jornal Record, 9 de Fevereiro de 2013

Toni outra vez em grande forma no Irão


Estádio chama por Toni no final do vídeo. Grita-se por Oliveira, nome de família de Toni.