sexta-feira, 5 de abril de 2013

Leonor Pinhão: "Carlos Xistra é o nosso Jackson Martinez"



O novo presidente do Sporting inaugurou-se em funções em Rio Maior num jogo da II Liga entre as equipas B do Sporting e do Benfica que terminou com a vitória do histórico rival por 3-1, o que sempre dói. 


Para se poder atirar ao árbitro à vontade sem correr riscos de sanções disciplinares pela parte da Liga, como as que no ano passado recaíram sobre um ex-vice-presidente do Benfica, Rui Gomes da Silva, o estreante Bruno de Carvalho recorreu a uma inovadora metáfora de cariz ornitológico, por sinal bem divertida, que causou furor e jamais lhe causará incómodos. 

Recorde-se que no princípio da temporada, Rui Gomes da Silva foi castigado, suspenso e multado com violência por ter dito no final do jogo Académica-Benfica, arbitrado por Carlos Xistra, que o Benfica tinha sido «avisado» do que iria acontecer. 

O resultado foi um empate a 2-2 e os dois golos da Briosa nasceram de duas curiosas grandes penalidades que resultaram de decisões inabaláveis do árbitro albicastrense. 

Os árbitros são humanos, enganam-se. E temos uma vez mais, um campeonato a penalties. 

Queixa-se, por exemplo, o FC Porto das duas grandes penalidades desperdiçadas a seu favor por Jackson Martínez e que, só por si, justificam os correntes 4 pontos de atraso que os campeões nacionais levam do Benfica. 

Lamenta-se por sua vez o Benfica da atuação de Xistra em Coimbra que, só por si, lhe terá subtraído 2 pontos que somados aos correntes 4 já somavam 6, o que era logo outra coisa. 

Concluindo: neste campeonato, o Carlos Xistra é o nosso Jackson Martínez.

-Leonor Pinhão, Jornal A Bola, 4 de Abril 2013

Vitor Serpa analisa o "misterioso" amigo do presidente do Olhanense



O presidente do Olhanense tem um amigo que todos nós gostaríamos de ter. O homem não é de Olhão - a acreditar nas palavras de quem sabe do que está a falar - mas deixou-se sensibilizar pelo drama dos jogadores do Olhanense, que já iam em três meses de ordenados em atraso. Vai daí, esqueceu-se do tempo de crise em que vivem os portugueses e emprestou, do seu bolso ou do seu banco, 288 mil euros sem garantias, o que, na pior das hipóteses, pode querer dizer a fundo perdido. 


Isidoro Sousa, o presidente do clube, ficou naturalmente sensibilizado com o gesto, tanto mais que nem sequer ficou assente que esse dinheiro serviria de primeira prestação do benemérito para uma entrada no capital da SAD. «Logo se verá, depois» - diz Isidoro, com uma serenidade surpreendente. 

O que interessa é que o dinheiro apareceu, os cheques foram passados e os jogadores levantaram a greve anunciada. Não me parece que a coisa seja, de facto, assim tão simples. 

Tanto pode ter sido apenas um gesto de generosa loucura de alguém sem amor ao dinheiro, como pode ter sido um gesto com fins inconfessáveis, admitindo eu que, num e noutro casos, poderá haver justificação para o anonimato. 

Pode o presidente do Olhanense considerar que ninguém tem a ver com o assunto e que essa questão de saber quem emprestou o dinheiro e porquê será, apenas, um pormenor. 

Não é verdade. Ninguém empresta 228 mil euros a um amigo para pagar ordenados de uma equipa de futebol sem ter interesses. 

Não quer dizer que sejam interesses obscuros, mas é importante que a Liga perceba os contornos desta pouco luminosa operação e que se travem, assim, as especulações que, inevitavelmente, foram surgindo.» 

- Vítor Serpa, jornal A Bola, 4 de Abril de 2013

Benfica 3-1 Newcastle: Relato Antena 1 Hélder Conduto

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Nuno Farinha: Benfica tem tudo por fazer



A gestão emocional do plantel do Benfica é neste momento o desafio mais importante que se coloca a Jorge Jesus. Ter a visão de uma época perfeita sem ter conseguido, sequer, garantir um único título: é esta a cruel realidade que o clube enfrenta. Todo o clube: dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos.

A liderança do campeonato é confortável e já só faltam seis jogos. Na Taça de Portugal, um pé já está no Jamor. E na Liga Europa as águias são amplamente favoritas na eliminatória com o Newcastle, que começa amanhã. Se correr bem, segue-se a meia-final.

O quadro é perfeito neste início de abril, mas a corrida ainda não está decidida. Para quem tem jogado tanto, tem marcado tanto e tem ganho tanto, a única certeza é a de que, mesmo assim, será preciso continuar a marcar e a ganhar para que a temporada faça sentido daqui por um mês e meio. Mais do que o cansaço físico de uma equipa que já leva 43 jogos realizados (tem hipótese de fazer ainda mais 13 e chegar, portanto, aos 56!), o que nesta fase importa gerir é o equilíbrio das emoções – controlando os níveis de ansiedade e mantendo a fome de vitórias.

Não havendo qualquer desvio na conduta de mérito que os encarnados vêm exibindo há vários meses, então há condições para ganhar tudo. Essa tripla vitória (Liga, Taça e Europa) seria assim um feito inédito e 2012/13 passaria à história como a melhor época do Benfica. É possível. Desde que a equipa entenda que é preciso fazer... o que ainda não foi feito.

A situação de Liedson é um dos casos mais estranhos que o FC Porto produziu nos últimos anos. Ninguém contrata um jogador com aquele peso simbólico para nada. Ninguém lhe paga um salário tão elevado para nada. Mas o que Liedson tem feito – ou podido fazer – é mesmo isso: nada. Há uma hipótese que vale a pena considerar: com o processo de sucessão a Jorge Nuno Pinto da Costa a começar a desenhar-se (ainda que num futuro mais ou menos distante), não terá a contratação do Levezinho sido validada por uma corrente interna que, entretanto, perdeu força?


-Nuno Farinha, jornal Record

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Surpreendente: Portistas criticam postura dócil e submissa de Guilherme Aguiar no "Dia Seguinte"


Chegados a este ponto, é caso para perguntar: e agora, Guilherme Aguiar?

Os seus compagnons de route Fernando Seara e Dias Ferreira já saíram.
Não me diga que depois de tudo aquilo que viveu no programa, depois do comportamento activo/conivente de elementos da SIC nos episódios mais lamentáveis, você vai continuar a dialogar normalmente com o “moderador” Garcia e com o seu “amigo” Rui, como se nada tivesse acontecido.

Ó homem, tenha um pingo de dignidade e respeito por si próprio e, se não quer bater com a porta em direto, alegue, sei lá, indisposição crónica, cansaço, saturação ou outra coisa qualquer, mas não volte a pôr lá os pés.

Olhe, se mais nada o convencer, lembre-se do saudoso Pôncio Monteiro e do comportamento notável que ele teve nos ‘Donos da Bola’, não por acaso um outro programa da redação de desporto da SIC.

P.S. Durante os primeiros anos, o ‘Dia Seguinte’ fazia-me lembrar os Marretas. Peço desculpa aos fans do The Muppet Show (eu sou um deles), por esta comparação quase insultuosa, mas quem via o programa deve lembrar-se dos dois “simpáticos” velhotes, que assistiam ao show de camarote e criticavam tudo e todos.


Depois praticamente deixei de ver o programa e a razão principal foi a postura dócil e submissa de Guilherme Aguiar, que me irritava mais que a postura venenosa de Fernando Seara ou a postura agressiva (por vezes trauliteira) de Dias Ferreira.


-Texto retirado do Blog Reflexão Portista

Bagão Félix lança criticas ao árbitro do Benfica - Rio Ave


No Sábado de Aleluia houve luz na Luz. Um excelente jogo. Belos golos.
 

Um Rio Ave personalizado, embora goleado. Um Benfica insaciável e competente. 

Houve, porém, um ponto de escuridão no meio da luz. Por causa de um árbitro do Porto. Irmão de outro ex-árbitro do Porto. Costa e Costa. Não tivesse eu visto o jogo e teria perguntado se 11 cartões amarelos e três vermelhos haviam correspondido a uma batalha campal em terreno encharcado e a lesões a torto e a direito. Mas não. 

O jogo foi correcto, tranquilo, sem casos, sem lances decisivos discutíveis. O problema não esteve pois nos jogadores (e nos técnicos), mas em Rui Costa. 

Prejudicou o Rio Ave, prejudicou o Benfica, inventou amarelos, molestou o espectáculo e até - curiosamente - foi complacente com o imprudente Rodrigo e, sobretudo, com o avense Nivaldo que originou a única lesão (Salvio) numa entrada de todo imprevidente (por menos, Aimar apanhou um vermelho directo e dois jogos de castigo no ano passado em Olhão). 

Em suma, insistiu no que se lhe conhece. Sem categoria, sem ponderação justa, com o mesmo gene arbitral do seu irmão reformado do apito. 

Bem sei que no futebol não há cartões azuis que talvez pudessem inspirar o árbitro a ser mais gradualista e equitativo, fosse qual fosse o estádio onde arbitrasse, a sul ou... a norte. Rui Costa: um nome relativamente comum no desporto. Desde o cerebral maestro 10 do Benfica ao ciclista prometedor e a um combativo corredor automobilista. 

Mas, este Costa a Costa, de cartão sempre na mão, basta! 

Alguém lhe terá de dizer que a regra no futebol é a de 11 contra 11, salvo situações excepcionais.»

- Bagão Félix, jornal A Bola, 3 de Abril de 2013

Luís Freitas Lobo elogia versatilidade de Lima


No primeiro jogo do campeonato, estreia do Benfica na Luz, Lima jogou pelo... Braga. Vinte jogos depois, essa imagem parece de outro tempo, mas a verdade é que, nessa altura, em fim de mercado, debatia-se muito para onde o ponta-de-lança do Braga poderia sair. 

Falou-se do FC Porto, acabou no Benfica. O impacto que isso teve nas duas equipas ainda é uma história sem último capitulo, mas pelo visto até agora já faz sentido colocar a questão: o que teria sido diferente no campeonato (e no Benfica de Jesus) se Lima não tivesse ido para a Luz? 

Não está em causa comparar valor de jogadores. Está em causa diversidade de soluções (movimentos) atacantes que podem dar à equipa. Jackson é um ponta-de-lança fantástico e no 4x3x3 do FC Porto é um nº 9 perfeito, pois tanto joga de costas (em apoio) como se vira rápido, fica na área, remata ou desmarca-se. 

Dificilmente, porém, pode jogar por outros locais. Lima, encaixou no 4x4x2 do Benfica porque tem outra amplitude periférica de jogo no sentido de dar largura (cair na faixa) e dar profundidade. Nesse sentido, tanto é n.º 9 puro como recua para o espaço do segundo avançado. 

Mesmo num 4x3x3, é possível imaginá-lo a partir desde um flanco rumo à área/baliza. Muitas vezes, a cultura de posse ofensiva do FC Porto torna-se uma fotocopiadora de jogadas. Nesses momentos, um elemento mais versátil de movimentos seria muito importante. 

O melhor James consegue fazer isso e por isso, nesses momentos, sente-se tanto a falta desses traços do seu melhor futebol. Lima é um avançado multisistemas com movimentos e golos naturais. Por isso, o seu impacto no campeonato tem sido tão decisivo. Por isso, sem ele, o Benfica com Cardozo mais fixo a n.º 9 e Rodrigo em claro deficit de explosão, teria muitas dificuldades em descobrir essas diferentes soluções de movimentos (largura, desmarcação, profundidade). 

No jogo de Guimarães, por exemplo, Lima desequilibrou as marcações cerradas da defesa do Guimarães quando começou a descair e surgir sobre o flanco esquerdo). 

Entretanto, Liedson continua no banco. É um caso diferente. Penso que fez tanto sentido ter sido contratado em janeiro (como alternativa a Jackson, ou para permitir a gestão deste, após dispensa de Kleber) como faz tanto sentido agora não jogar (porque o FC Porto joga em 4x3x3 e nesse sistema só existe espaço para um nº 9). 

Liedson não é avançado para jogar desde a faixa e o 4x4x2 iria desfazer o triângulo do meio-campo, que é coração da equipa com Lucho-Moutinho a dar profundidade central. Em geral, um ponta-de-lança não determina como uma equipa joga mas muda como ela acaba as jogadas. 

O mérito de Lima é que ultrapassa o impacto desses últimos 25/30 metros e com os seus movimentos mostra outros caminhos à equipa que são vistos desde o médio mais recuado que pega na bola (e confundidos adversários). 

É a versatilidade da linha (táctica) do horizonte nos movimentos do ponta-de-lança.» 

- Luis Freitas Lobo, jornal A Bola, 3 de Abril de 2013

Portistas revoltados com a ida de Lima para o Benfica


O sagaz António Salvador aproveitou o facto do FC Porto não ter confirmado o interesse em Lima e levou-o para Braga, pagando uma ridicularia. Durante as duas épocas em que envergou a camisola dos “arsenalistas do Minho”, Lima mostrou ser um avançado de qualidade indiscutível, marcando golos atrás de golos, quer no campeonato, quer nas competições europeias e confirmou a avaliação transcrita no JN em Fevereiro de 2010 ("é rápido, explosivo, pode jogar como segundo avançado ou encostado a um dos flancos").

Entretanto, Falcao seguiu o caminho das estrelas (e do dinheiro!) no início da época 2011/12 (em mais uma venda milionária da FC Porto SAD) e, no meio de uma guerra com o presidente do Marítimo, o FC Porto contratou Kléber (um investimento de cerca de 4 milhões de euros). Contudo, e apesar das múltiplas oportunidades que lhe foram dadas por Vítor Pereira ao longo da época 2011/12, Kléber demonstrou não ter estaleca para jogar num clube da dimensão do FC Porto (coitadinho, o fantasma do Falcao atormentou-o...).

Chegados ao final da época 2011/12 e tendo em vista a preparação da época 2012/13 (a época atual), o ponto da situação dos avançados / pontas-de-lança do FC Porto era o seguinte:

- Walter: flop; tinha sido devolvido à procedência (Brasil) a meio da época 2011/12.

- Kléber: revelou-se outro enorme flop; o que fazer com ele?

- Janko: contratado em janeiro de 2012 era alto e louro, mas mostrou não ser um ponta-de-lança com dimensão para um clube como o FC Porto; foi vendido, tendo a SAD recuperado parte do investimento efetuado no seu passe.

- Jackson Martinez: a SAD decidiu abrir os cordões à bolsa e investiu cerca de 9 milhões de euros no seu passe, tendo em vista a resolução dos problemas que Walter, Kléber e Janko tinham demonstrado ser incapazes de resolver.

Com Walter e Janko despachados, poderia o plantel do FC Porto ficar apenas com Jackson Martinez e Kléber?
Talvez, se Hulk continuasse, visto que o Incrível pode e foi várias vezes adaptado à posição de avançado centro. O problema é que a SAD precisava de fazer uma grande venda e Hulk estava na iminência de sair do FC Porto (conforme se comprovou).

É neste cenário que voltou a ser comentado, na comunicação social, o interesse do FC Porto na contratação de Lima. Contudo, mais uma vez esse interesse não passou do papel e no dia 31 de Agosto de 2012, último dia das inscrições, o slb bateu os 4,5 milhões de euros exigidos pelo SC Braga e levou Lima para a Luz.

Consequências?

Por um lado, o ataque do FC Porto vive unicamente de Jackson Martinez (em finais de janeiro Kléber foi emprestado e contratado um Liedson em fase de pré-época), o que torna o ataque dos dragões dependente do estado físico do colombiano e das suas naturais oscilações de forma. Por outro lado, como se não bastasse a falta que faz ao FC Porto, Lima confirmou no slb tudo aquilo que já tinha mostrado no Belenenses e no SC Braga, revelando-se absolutamente decisivo na caminhada dos encarnados neste campeonato.

Nas últimas três épocas, o FC Porto teve várias oportunidades para contratar Lima. O não o ter feito foi um erro, um duplo erro, cujas consequências (em exibições, golos e resultados) estão à vista.

Olhando para trás, não tenho dúvidas em afirmar que a não contratação de Lima e tê-lo deixado ir para o slb, foi um dos momentos mais importantes, quiçá decisivo, da época 2012/13.

-Texto retirado do blog Reflexão Portista

Dias Ferreira confirma que não volta ao "Dia Seguinte"


“Para a realização não havia problema eu estar virado, mas quando o senhor Paulo Garcia percebeu que eu estava de costas viradas, sobretudo, para o representante da direção do Benfica [Gomes da Silva] dirigiu-se a mim de forma incorreta e eu saí do estúdio”, explica ao CM Dias Ferreira que esta segunda-feira abandonou ‘O Dia Seguinte’, na SIC Notícias, após discussão com o jornalista e moderador Paulo Garcia.

O comentador e adepto do Sporting disse ainda ao CM que não vai voltar ao programa e que “não devia ter voltado” depois do episódio semelhante na edição de 4 de março, quando discutiu com Rui Gomes da Silva, adepto do Benfica.

Desta vez, Paulo Garcia pediu a Dias Ferreira para se virar e não ficar de costas para o comentador do Benfica quando este usava da palavra, mas o sportinguista recusou.

É então que se dá uma troca de palavras entre moderador e comentador. Dias Ferreira diz a Paulo Garcia: “Não gosto de si”. E o jornalista responde: “O senhor não gosta de mim e eu também não gosto de si. Da sua imagem…”

O comentador retorquiu: “Então vou-me embora!” E abandona o estúdio enquanto Paulo Garcia remata: “O senhor não tem coragem para enfrentar outras pessoas e então enfrenta-me a mim.”

O ex-dirigente do Sporting disse ao CM que tem 65 anos e, por isso, “não ter idade para aluno da instrução primária”.

Ainda assim, garante que estes cerca de nove anos de programa têm sido extraordinários e que por isso se manteve no programa aquando do anterior conflito.

“Não estou zangado com a SIC e respeito muito o António José Teixeira que, daquela vez, me pediu para ficar. Desta vez não o fez e respeito-o por isso”, conta o adepto do Sporting que, para já, não conta voltar ao comentario desportivo.

-Noticia retirada do site do Correio da Manhã

Champions: Mourinho humilha jornalista espanhol em conferência de imprensa

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ex-jogador do Newcastle humilha adversário do Benfica na Liga Europa


Newcastle tem "pouco ou quase nada de futebol"

O Benfica vai defrontar o Newcastle nos quartos-de-final da Liga Europa. Uma equipa inglesa que, de futebol, tem "pouco ou quase nada". A análise é de Nolberto Solano, ex-jogador e que passou a maior parte da sua carreira ao serviço do Newcastle.

O peruano avisou que o conjunto britânico tem "uma presença física muito forte", sublinhando o poder físico de Sissoko, Tioté, Cissé e Ameobi.

Nesta entrevista ao jornal 'O Jogo', o antigo jogador aconselhou o Benfica a não preferir um futebol de choque, pois se o fizer, "vai sofrer. O Newcastle mata-os".

Solano prevê que os ingleses "vão gerir o resultado, sem grandes iniciativas", mesmo quando jogarem em casa. "Não terão vergonha de jogar com o resultado, aproveitando um pontapé para a frente para marcarem", analisou.

O peruano afirmou mesmo que o Newcastle tem "pouco ou quase nada de futebol. Mas o Benfica deverá ter muito cuidado com os ressaltos e as segundas bolas. Se controlar estes dois aspetos, terá também o adversário controlado".

Nolberto Solano, agora com 38 anos, foi técnico do Universitario de Deportes no ano passado. Está em Inglaterra a frequentar um curso de treinadores.

-Noticia retirada do site Relvado

João Querido Manha sobre o atropelamento do Benfica ao Rio Ave: Belo sprint antes da montanha


Pela escala de dificuldade de Jorge Jesus, o jogo com o Rio Ave foi uma etapa para roladores, ganha ao sprint antes dos 15 minutos, a ganhar estofo para as subidas mais custosas que esta volta ao título ainda reserva: primeiro, uma descida ao calor do Algarve, depois, o ‘circuito’ da 2ª Circular, uma fuga à Madeira e, se o Estoril não pregar partida, um contrarrelógio no Dragão.

À partida, o andamento do Benfica é, como dizem os ciclistas, a tope, com uma pedalada que o Rio Ave simplesmente não podia acompanhar, não obstante todas as precauções defensivas tomadas pelo seu treinador. "Demolidor" foi o adjetivo lido e ouvido em toda a comunicação social, uma rendição geral à qualidade, objetividade e potência do coletivo e da maioria das suas individualidades, estabelecendo o recorde de golos da temporada.

A vitória encarnada teve ainda mais significado porque respondeu, sem tibiezas, a um importante triunfo do FC Porto em Coimbra, no regresso de João Moutinho, interrompendo uma série de maus resultados e exibições preocupantes. A equipa respondeu ao repto do treinador, porque não ganhar à Académica teria sido de facto decisivo, negativamente, mas a imagem do futebol portista não é tão brilhante como a do seu adversário principal.

O Sporting assinalou a estreia do presidente Bruno de Carvalho graças a um jogador já vendido, o holandês Wolfswinkel, que repetiu o hat-trick apontado na época passada ao mesmo adversário, o Sporting de Braga, grande perdedor da jornada. Com uma exibição segura, o P. Ferreira regressou ao 3º lugar e reafirma a opção pela Liga dos Campeões.

-João Querido Manha, Correio da Manhã

Luís Sobral elogia Lima e a excelente condição física do Benfica


Lima assinou este sábado três dos seis golos do Benfica. Apanhou Cardozo na lista de melhores marcadores do clube nesta edição da Liga, e ficou diretamente ligado aos 100 golos da equipa em 2012/13. Aliás, foi ele quem o marcou. Esse mais o 99 e o 101, como quem parece não querer deixar espaço para dúvidas.

O avançado brasileiro tem sido uma das figuras maiores deste Benfica, ao nível de Matic, Garay, Sálvio e Enzo Pérez. Os outros têm flutuado, como de resto é humano e normal. Este quinteto não, joga ao mais alto nível praticamente desde o arranque, sem sinal de quebra ou fadiga.

No final da partida, Jorge Jesus falou em equipa fresquinha e quem viu o jogo na Luz percebe exatamente o que ele pretende dizer. O Benfica começou a ganhar na forma disponível como pressionou, trabalho para o qual contribuíram sobretudo os dois laterais e os quatro médios.

Depois de recuperada a bola, os principais desequilíbrios surgiram dos pés de Gaitan, que aliou velocidade a pragmatismo e boas decisões, em 60 minutos de nível elevado.

O Benfica chega à fase decisiva da temporada com muita gente em boa forma e sinais evidentes de confiança e frescura. O que reforça o estatuto atual de principal candidato ao título. E provavelmente permitirá a Jesus regressar às meias-finais da Liga Europa.


-Luís Sobral, Mais Futebol

António Simões compara Jorge Jesus a Brian Clough


Em Inglaterra houve um José Mourinho antes de José Mourinho? 

Houve: Brian Clough, que fez de uma equipa de província bicampeã da Europa, o Nottingham Forest. 

Pois, mas o que eu acho é que há também esse Brian Clough em Jorge Jesus, não nos seus traços excêntricos e polémicos, mas nos outros, nos imprevisíveis e instintivos. 

Viu-o, sábado, naquele golo de Melgarejo ao Rio Ave (mas não só...),lembrando-me de Martin O'Neill, que fora treinado por ele, terrontado que, certa vez, um dos seus rapazes lhe foi perguntar, muito tímido, o que poderia fazer para o tornar melhor lateral. 

Fechado no seu rosto luminoso, Clough respondeu-lhe que não sabia, o pupilo murmurou-lhe: - Senão sabe isso, como é que pode continuar a treinar-me? e recebeu em contra-ataque: - Aprende então: não sou eu que tenho de te ensinar a seres melhor jogador, tens de ser tu. Eu só tenho de estar demasiado ocupado a ganhar jogos. 

Sim, este ano mais do que em qualquer outro, Jorge Jesus descobriu a quadratura desse círculo, o segredo de estar apenas demasiado ocupado a ganhar jogos - e com isso conseguiu tudo o resto: ensinar um lateral a ser o que não se imaginava que pudesse ser, o Melgarejo - produção sua como já fora Coentrão; inventar um novo Enzo Perez; ou fazer de Matic, Ola John, Lima, Gaitán, jogadores bem melhores do que eram... 

Foi por acaso? Não, não foi. Nem foi só. No futebol, inventar uma ideia é tão eficaz como transmitir uma emoção - e, mesmo que, às vezes, fosse pelos caminhos trocados das palavras, Jesus fez, como Clough fazia, o que precisava de ser feito: ter o sonho no infinito, o impossível no possível. 

Com esse poder de convicção, que chegou a parecer quase delírio, ganhou jogos - e deixou o Benfica no ponto em que está, e, continuando a jogar como jogou contra o Rio Ave, vai acabar por ser o que eu suspeito que será: campeão. (O que a acontecer terá o mérito maior que pode haver: o ganho ser por mérito dele, do Jesus - e não por demérito doutro, do Vítor Pereira...)» 

- António Simões, jornal A Bola, 2 de Abril de 2013

Jornal Marca: "Lima solução para a Canarinha?"



SUENA PARA LA SELECCIÓN POR SUS GOLES EN EL BENFICA

Lima, ¿solución para la 'Canarinha'?

El 'hat-trick' del brasileño Rodrigo Lima logrado el sábado frente al Río Ave ha reavivado en Portugal las voces a favor de que el delantero de moda del Benfica se convierta en "refuerzo" de la selección brasileña, a la que nunca representó.

Después de que se debatiese su posible nacionalización para representar a Portugal, Lima, de 29 años, vuelve a la actualidad el fútbol luso por los llamamientos de varios internacionales brasileños favorables a que juegue en el conjunto dirigido por Luis Filipe Scolari. "Lima es un gran delantero y Scolari debe darle una oportunidad", aseveró en una entrevista publicada a 'A Bola' el extremo Geovanni.

La opinión del ex futbolista del Benfica y Barcelona coincide con la del legendario lateral zurdo Roberto Carlos, quien a comienzos de año consideró al punta del Benfica "de los mejores del mundo". Las 23 dianas que presenta Lima en el presente curso en todos los torneos y las dificultades ofensivas de la "Canarinha" suponen dos argumentos de peso para su convocatoria, alegan sus admiradores.

"Chuta bien con los dos pies, físicamente es fuerte, cabecea bien... y sabe que está en el club correcto, con una estructura de top a nivel mundial", agregó Geovanni, quien se admiró por ver convocado al delantero del Atlético de Madrid Diego Costa y no a Lima.
"Si aquel jugador del Atlético Madrid fue llamado (Diego Costa), ¿por qué razón no debe de serlo Lima?", expuso el futbolista de 32 años.

Una carrera plagada de obstáculos

Lima, nacido en Monte Alegre (Estado de Pará), ha firmado una carrera repleta de obstáculos y vaivenes. Como centenas de futbolistas brasileños sin espacio en los grandes de su país, probó suerte en Portugal. Jugó en el modesto Vizela en el 2004, entonces en las divisiones regionales, pero su valía no fue reconocida entonces. Regresó a su país natal, donde peregrinó en hasta ocho equipos, entre ellos Santos y Avaí. Sin afianzarse en ninguno de ellos, gastó uno de sus últimos cartuchos en el 2009, cuando a los 26 años volvió a Portugal para fichar por el histórico Belenenses, que peleaba por salvar la categoría.

Siete goles en 27 partidos no impidieron el descenso del club lisboeta, pero sí permitieron al tímido Lima la oportunidad de fichar por el Sporting de Braga, un club en ascensión que acababa de acabar segundo en el campeonato. Una calurosa noche de agosto del 2010 se dio a conocer internacionalmente, cuando enmudeció al Sánchez Pizjuán con tres goles que dejaron fuera al Liga de Campeones al Sevilla y otorgaron al Braga un inédito pase a la elite continental.

Desde entonces, su evolución fue 'in crescendo'. En la temporada 2011/2012 venció el premio al mejor jugador de la Liga portuguesa en los meses de febrero y marzo y acabó aquel curso como máximo goleador con 20 dianas, empatado con el paraguayo Óscar Cardozo.

El Benfica pagó cinco millones al Braga

Rápido, técnicamente evolucionado, con buen disparo lejano y notable juego aéreo, a finales de agosto del 2012 pasó a compartir vestuario con el propio Cardozo después de que el Benfica pagase unos cinco millones de euros al Braga. Si la selección portuguesa no se adelanta -situación improbable, pues Paulo Bento está en contra las nacionalizaciones de futbolistas-, Scolari podría enmendar los errores de evaluación cometidos con algunos brasileños que actuaron en Portugal en la última década, alertó en la misma entrevista Geovanni.

"Me acuerdo que Liedson (hoy en el Oporto), Deco (ex Barça) y Pepe (Real Madrid) no fueron convocados a la selección brasileña y acabaron por jugar por Portugal. Y tenían lugar en la selección brasileña, sin ninguna duda. En aquella época no se prestaba tanta atención a lo que ocurría en Portugal, pero ahora la realidad es diferente", arguyó el extremo.

-Noticia retirada do site do jornal Marca:
http://www.marca.com/2013/04/01/futbol/futbol_internacional/resto_de_america/1364842252.html

Video: Escândalo na SIC Noticias com Dias Ferreira a abandonar programa em directo

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Alargamento à vista: Liga quer Campeonato com 18 equipas


A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai propor, em Assembleia Geral extraordinária, no sábado, o alargamento da principal divisão, para acolher o Boavista e uma 18.ª equipa, a apurar numa prova do género “liguinha”.

Segundo a proposta a apreciar pelos clubes profissionais, a que a agência Lusa teve acesso, a 18.ª vaga será encontrada através da disputa de um mini-torneio no final da época, envolvendo o 15.º e o 16.º classificados da I Liga, e o terceiro e o quarto classificados da II Liga, excetuando as equipas B.

Essa prova, caso seja aprovado o regime extraordinário de preenchimento de vaga, disputa-se por eliminatórias, sendo a primeira jogada entre o 15.º do primeiro escalão e o quarto do segundo, e o 16.º da I Liga e o terceiro da II Liga.

Os vencedores desses dois jogos defrontam-se numa segunda eliminatória final, cujo vencedor garantirá a 18.ª vaga no campeonato principal.

A proposta da Comissão Executiva da LPFP, liderada por Mário Figueiredo, sustenta, de forma exclusiva, a obrigatoriedade do organismo em “executar as deliberações dos órgãos de justiça e disciplina desportivas proferidas no âmbito das matérias das suas atribuições e competências”, constantes nos seus estatutos.

Isto é, a reintegração do Boavista, ditada a 21 de fevereiro pelo Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol, terá de ser aplicada pela LPFP, enquanto organismo que gere e organiza os campeonatos profissionais.

Aliás, num dos pontos da proposta, a direção da Liga refere que “a reintegração do Boavista apenas se pode fazer pela criação de uma vaga adicional na composição desta competição na próxima época desportiva”.

Ou seja, “desse modo se justifica que, a par da reintegração do Boavista (…), se proceda à criação de uma outra vaga, de modo a manter o número par de equipas participantes na I Liga”.

Com este pressuposto, a criação dessas duas vagas adicionais só pode acontecer mediante a alteração do Regulamento de Competições, em sede de Assembleia Geral, razão pela qual a reunião magna foi convocada, com caráter extraordinário, para sábado, às 14 horas, na sede da LPFP, no Porto.

Fonte oficial da LPFP disse à agência Lusa que, “face à decisão do CJ da Federação, e à inexistência jurídica da deliberação de 2008, não resta outra alternativa à Comissão Executiva da Liga senão propor à Assembleia Geral a execução dessa mesma decisão e consequente reintegração da Boavista SAD na I Liga”.

“A Comissão Executiva está obrigada, estatutariamente, a cumprir as deliberações dos órgãos disciplinares desportivos”, sublinhou a mesma fonte.

-Noticia retirada do site: www.futebol365.pt

José Manuel Delgado polémico: "Portugal só suporta uma Liga Profissional com 12 clubes"


O futebol profissional em Portugal não passa de uma brincadeira de mau gosto. Por culpa dos clubes e do laxismo do Governo. 

Culpa dos clubes porque não estão preocupados com a viabilidade da competição; laxismo do Governo porque faz vista grossa a uma área que devia tutelar. 

Alegadamente, os clubes não devem nada aos jogadores, a certificação entregue e aceite pela liga assim o diz. Enganem-me que eu deixo, é a mensagem que chega aos emblemas do futebol profissional, numa conivência com várias tonalidades, cada uma com justificação própria, mas todas a colocarem pregos no caixão da viabilidade da competição. 

O esquema usado por muitos clubes é simples mas eficaz, tanto mais que ninguém está interessado em confirmar a veracidade das declarações entregues. 

Periodicamente, os futebolistas, amiúde sob coação dos clubes, assinam documentos dizendo que têm os salários em dia. Tenham ou não, os jogadores - que são o elo mais fraco - sem alternativa laboral a meio da época, preferem acreditar no Pai Natal dos clubes, contribuindo para faz de conta que também conhece o beneplácito do seu Sindicato. 

Ou seja, é uma teia de cumplicidades - liga, Clubes e jogadores - que perpetua a mentira e leva a situações aberrantes como a que é vivida atualmente no Olhanense. E parece que ninguém se importa realmente com o caso... 

Na próxima jornada, o Olhanense recebe o Benfica, numa partida importantíssima para o título e para a manutenção. Não se sabe se os algarvios vão usar os jogadores profissionais ou se recorrerão aos juniores porque, entretanto, os profissionais entregaram um pré-aviso de greve por falta de pagamento dos salários, algo que entra em contradição com as declarações depositadas na liga.

Uma mentira, uma vergonha, um despautério. O rei vai nu. 

A I liga, com 16 equipas, é uma mentira e estar a falar em passar para 18 concorrentes (se o Boavista vier a ser reintegrado...) é o cúmulo do disparate.

Meus senhores, acordem! Portugal, já com muita boa vontade, não tem capacidade para sustentar uma Liga profissional com mais de 12 clubes. 

E se esses 12 clubes disputarem duas fases, uma entre todos e outra para os seis melhores e seis piores (o que perfará 32 jogos) talvez se encontrem meios para sustentar uma competição a sério, verdadeira e, ao contrário do que hoje acontece, honesta. 

Porque a mentira chegou ao auge. Na Liga portuguesa há clubes que não pagam aos jogadores e estão bem classificados e outros que têm tudo em dia e arriscam-se a descer de divisão. 

Pior não pode ser e anda tudo a assobiar para o lado como se não fosse nada.

A pergunta de um milhão de dólares é a seguinte: Há alguém interessado em colocar tudo isto no são ou é mesmo para continuarmos no reino da pouca vergonha?

- José Manuel Delgado, jornal A Bola, 1 de Abril de 2013

Benfica é o 5º melhor ataque da Europa


Maisfutebol fez as contas, analisando exclusivamente os golos marcados pelas equipas mais produtivas, nos seus campeonatos. Uma vez que há clubes com diferente número de jogos, o top foi organizado a partir das média de golos por desafio e não por valor absoluto.

Feitas as contas, as principais conclusões são óbvias: o Barcelona tem o melhor ataque da temporada, o Bayern Munique o terceiro. A surpresa (relativa, é a Holanda...) é o PSV. A equipa de Eindhoven nem sequer lidera na Holanda, mas já marcou 85 golos em 28 jornadas.

O PSV, sem espanto, tem três jogadores entre os melhores marcadores da Holanda: Wijnaldum. Mertens e Matavz. Para a história de um campeonato que por tradição é aberto ficam as goleadas ao Den Haag (7-0 e 6-1!) e ao VVV (6-0). E mais alguns jogos que terminaram com cinco golos.

O quarto lugar é do líder do campeonato ucraniano, o poderoso Shakhtar Donetsk. Tem menos golos do que o Benfica, mas também menos duas partidas, o que faz a diferença na média.

O Benfica divide o quinto lugar com o líder do campeonato sérvio, o Partizan. Ambos apresentam a impressionante média de 2.75 golos por partida.

A equipa de Jorge Jesus ainda não ficou em branco em qualquer jogo da Liga e só em duas ocasiões marcou apenas um golo. O Partizan tem um registo com algumas semelhanças. Nenhum jogo a seco e diversas goleadas, uma delas por 7-0, logo no início da época.

As principais ameaças para estas duas equipas são Austria Viena e Steaua, líderes na Áustria e Roménia. Ou seja, isto ainda pode mudar nas próximas semanas, mas a posição do Benfica não deixa de ser de destaque.

Sinal de que há várias maneiras de ganhar, equipas que estão a fazer boas temporadas aparecem em lugares modestos. É o caso de Manchester United, mas sobretudo de Juventus e PSG. O último da lista é o CSKA. Tem vida fácil na Rússia, mas deve ser a equipa mais poupada da Europa: marca sempre, mas raramente passa dos dois golos.

A lista:

Barcelona 90 golos/29 jogos (3.10)

PSV 85/28 (3.03)

Bayern 78/27 (2.88)

Shakhtar Donetsk 62/22 (2.81)

BENFICA 66/24 (2.75)

Partizan 55/20 (2.75)

Austria Viena (2.50)

Steaua 55/23 (2.39)

Celtic 75/32 (2.34)

Manchester United 70/30 (2.33)

-Noticia retirada do site do Mais Futebol