terça-feira, 5 de março de 2013

Os brutais números de Jorge Jesus


Só um treinador de grande qualidade pode somar 137 vitórias em 197 jogos. E esse é o registo que Jorge Jesus apresenta em três épocas e meia como responsável pelo Benfica: 69,54% de triunfos. Ou seja: com JJ, as águias vencem 7 em cada 10 jogos. É muito bom. 

Um único campeonato conquistado é a pedra no sapato que falta resolver. Para a ambição de Luís Filipe Vieira (e Jesus!), esse título sabe a pouco. Era preciso mais para que, hoje, o processo de renovação fosse um assunto encerrado. 

As Taças da Liga não apagam a frustração que continua a existir. O campeonato, sim, é a mãe de todas as vitórias. 

É por isso é que a chegada do Benfica à liderança isolada da Liga, a 9 jornadas do fim, pode ser vista como um justo prémio para a impressionante "pedalada" de Jesus. 

Se as águias conseguirem, imagine-se, mais 13 vitórias até ao final da temporada (podem fazer ainda um máximo de 18 jogos em 2012/13), isso quer dizer que JJ chegaria às 150 vitórias em 4 épocas: quase 40 triunfos (37,5) por ano. Que brutalidade!

- Nuno Farinha, jornal Record, 5 de Março de 2013

Revista World Soccer elege golo de Matic frente ao Porto como o melhor do ano


Benfica ao som de Starting Line: Arrepiante!



Música: 

Starting Line - Something Left To Give

Dias Ferreira insulta Gomes da Silva no "Dia Seguinte"

segunda-feira, 4 de março de 2013

Comentador da Benfica TV envolvido nas eleições do Sporting?


Bernardo Ribeiro dá os parabéns ao Benfica mas diz que ganhou em Aveiro com sorte


O Benfica está de parabéns pela liderança isolada da Liga. É um facto que não permite ainda grandes festejos, mas a todos sabe bem andar na frente e à equipa de Jesus não será diferente. Na difícil luta pelo título que vem travando com o FC Porto, este é um bálsamo que alivia as dores musculares e que ajuda a acreditar que a conquista é possível, por muito que o rival esteja habituado a ganhar mais vezes. Por agora o jogo do Dragão continua a ser decisivo, mas a equipa de Vítor Pereira está bem mais pressionada.

A vitória em Aveiro não foi fácil. Chegou novamente através de uma grande penalidade decisiva, como frente à Académica, e se o golo cedo permitia pensar que os encarnados poderiam prosseguir para um jogo tranquilo e uma vitória mais robusta, puro engano. Mérito de Costinha e dos jogadores que constituem o plantel que vai em último lugar na liga - quem os visse ontem não acreditaria -, mas responsabilidade também de uma exibição muito pouco conseguida dos pretendentes ao título.

A águia foi dominada em Aveiro, teve menos posse de bola, menos remates, menos cantos e menos oportunidades. Pouco, muito pouco, para quem aposta tudo na prova interna. Ou Jesus não conseguiu passar a mensagem ou havia demasiada gente já com a cabeça na receção ao Bordéus. Mas a Liga Europa não explica tudo. A verdade é que o Benfica parece ter acusado a pressão de poder passar para a frente e com isso ia borrando a pintura. Teve sorte e tem de saber capitalizá-la para que o futuro seja diferente. 

- Bernardo Ribeiro, jornal Record, 4 de Março de 2013

José Manuel Delgado diz que Benfica acusou a pressão em Aveiro


Ao fim de 21 jornadas o Benfica isolou-se na liderança da Liga-Zon Sagres. 

Os encarnados, mal Paulo Baptista apitou para o final do nulo entre Sporting e FC Porto, ficaram a saber que um triunfo em Aveiro colocá-los-ia dois pontos à frente dos dragões; e trazer três pontos de casa de um Beira-Mar (onde para cada aurinegro havia oito benfiquistas!) que luta desesperadamente pela manutenção não parecia tarefa propriamente inacessível. 

Porém - e esse é um dos encantos do desporto - há uma coisa chamada pressão, com a qual uns lidam melhor do que outros. Por exemplo, ainda há escassas semanas, o FC Porto esteve no papel ontem reservado ao Benfica e não foi capaz de derrotar, no Dragão, o Olhanense. 

Ontem, em Aveiro, os encarnados puseram-se a jeito para marcar passo, não descolando dos atuais campeões nacionais. Porquê? Além da excelente réplica dada pelos aveirenses (há muito, muito tempo, que não via o Beira-Mar com tanta qualidade de jogo), o fator psicológico também esteve em campo e a equipa de Jorge Jesus, embora tenha passado no teste, só obteve um suficiente, longe do fulgor de outras jornadas, a começar, se houver necessidade de ser mais explícito, pelo embate com o sensacional Paços de Ferreira, na ronda anterior, na Luz, onde o Benfica pôs e dispôs. 

Faz parte do ciclo de vida dos campeões o recurso à estrelinha que, de vez em quando, os ajuda a superar dificuldades inesperadas? É claro que sim. Mas o que aqui trago à colação é esse fenómeno invisível, que se chama pressão e anda de mão dada com o estofo. 

Porque é preciso estofo para ultrapassar a pressão e como ninguém dispõe da estrelinha da fortuna em full time, o campeão (desde que não apareçam fatores anormais a contaminar a competição) acaba por ser aquele que ao longo da época revela maior estofo. 

As próximas duas jornadas serão relevantes quanto àquilo que os dois clubes que lutam pelo título podem valer: o Benfica recebe o Gil Vicente e vai a Guimarães; e o FC Porto abre as portas do Dragão ao Estoril que sonha com a Europa e viaja, depois, ao 'caldeirão' dos Barreiros. 

Mas regressemos à jornada 21 e às lições que delas podemos extrair no que toca à corrida pelo primeiro lugar. 

Fundamentalmente, o FC Porto terá de provar, já a seguir, que não está (como pareceu anteontem em Alvalade) em quebra física; e o Benfica precisará de demonstrar que a liderança não é um fardo demasiado pesado para os seus jogadores (como pareceu ontem em Aveiro). 

- José Manuel Delgado, jornal A Bola, 4 de Março de 2013

Beira Mar 0-1 Benfica: Relato Pedro Ferreira Antena 1

Beira Mar 0-1 Benfica: Relato Pedro Azevedo RR

domingo, 3 de março de 2013

Javi Garcia fala da passagem da Liga Inglesa para a Benfica TV

Rui Rangel acerca de Lima na Selecção: "Dava um jeitão ao lado de Ronaldo"



E, agora, o nosso Lima e a Selecção. Sempre defendi que na Selecção só deviam jogar portugueses como questão simbólica de algu que é nosso e para protecção do jogador português. 


É verdade que já nada é nosso. Já não temos Nação nem independência. 

Não foi este o caminho seguido, abastardou-se a nacionalidade. 

Aberto o precedente, com Pepe, Deco e Liedson, é óbvio que Lima tem todo o direito de ser chamado á Selecção. Até porque tem grande qualidade e dava-nos um jeitão ao lado de Ronaldo. 

Precisa mais a Selecção de Lima, do que este desta! É bom que o seleccionador não pense que a Selecção é uma sua quinta.» 

- Rui Rangel, jornal Record, 2 de Março de 2013

Nuno Farinha opina sobre renovação de Jesus


Luís Filipe Vieira decidiu dar um sinal relativamente ao futuro de Jorge Jesus. É um sinal que - ao chegar dois dias depois da eliminação do Benfica em Braga, para a Taça da Liga - pode ser interpretado de várias formas. 

Na verdade, a única coisa que se pode extrair com segurança do discurso de Vieira é que... nada está garantido. 

A mensagem codificada de Jesus, há uma semana, sobre a "parte da frente e a parte de trás da árvore" revelou algum descontentamento sobre a forma como o processo (não) se está a desenrolar. Possivelmente, JJ entende que já não precisará de fazer mais nada para justificar a renovação do contrato. 

O que Vieira quis dizer, porém, é precisamente o contrário. Que sim, que o treinador mais bem pago da história do clube e que beneficiou dos orçamentos mais generosos precisa, obviamente, de justificar o investimento. E isso só se consegue com a conquista de títulos. 

A matéria é sensível, mas o presidente mostra nervos de aço. Para os tais adeptos que se manifestam favoráveis à continuidade cega do treinador, os tais que vêem "os dois lados da árvore", Vieira reserva-lhes uma máxima inatacável: "Ninguém está acima do Benfica". Nem Jesus.

 - Nuno Farinha, jornal Record, 2 de Março de 2013

sábado, 2 de março de 2013

Rui Santos sem papas na língua sobre novo rumo da Benfica TV: "Estamos perante uma guerra"


O Benfica é a única força em Portugal que pode anular ou amenizar o poder que a Olivedesportos conquistou no futebol português - e a notícia de que a Benfica TV adquiriu os direitos de transmissão da Premier League para transmitir os jogos da Liga inglesa nas próximas três épocas enquadra-se numa estratégia que pode abalar as fundações que sustentam o "edifício político-administrativo" do futebol português. Nada será como dantes. 

A notícia surge, em dia de aniversário do emblema encarnado, no seguimento das promessas realizadas por Luís Filipe Vieira nas últimas eleições que o reconduziram à presidência do Benfica e após as recentes declarações do presidente da Liga, Mário Figueiredo, que vem alertando para o cerco que se montou em seu redor desde que se revelou contra o monopólio das transmissões televisivas em Portugal. 

Mário Figueiredo tocou na ferida, que já havia sido aberta pelo Benfica. Não está, nem nunca esteve em causa o mérito que se reconhece a quem construiu o monopólio. Esse mérito representa o demérito dos principais agentes desportivos do futebol em Portugal. Esse mérito construiu-se à base das demissões que se estabeleceram no seio dos clubes e perante a entrada de dinheiro fácil e imediato, quase sempre em forma de antecipação de receitas. 

O problema não está nem nunca esteve na fulanização do negócio nem na patética diabolização da Olivedesportos. 

O problema reside no bloqueio absoluto que se assiste em redor desse monopólio, com graves implicações na Federação, nas relações com o Estado, na comunicação social, em tudo. Um bloqueio grave, que inviabilizou o diálogo e ex-comungou, até, os "não olivedesportistas", em nome da integridade do "império", os clubes, a dependência e as posições societárias estrangularam a capacidade de marcar posições em muitos tabuleiros. 

Na FPF, os seleccionadores nacionais e os presidentes da FPF nunca puderam avançar ou sentirem-se minimamente confortáveis sem o apoio da Olivedesportos. Nas relações com o Estado, o dinheiro também tem falado mais alto. 

A existência de novos "players" promete iniciar um ciclo de democratização do futebol para se acabarem com os inacreditáveis abusos da "posição dominante". 

O que está em causa - e este acordo que envolve o canal de televisão do Benfica e a Premier League denuncia - é uma reviravolta paradigmática não apenas no modelo de negócio a envolver os direitos televisivos, mas sobretudo o anúncio de uma "nova ordem" para o futebol nacional, que só um clube com a força (comercial) comparável à do Benfica poderia desencadear. 

Estamos perante uma "guerra", Joaquim Oliveira quererá fazer valer os seus "argumentos", mas a partir daqui nada será como dantes. 

O Benfica força a queda do "império" e agora deu um sinal claro que não há marcha-atrás possível.» 

- Rui Santos, jornal Record, 2 de Março de 2013

João Malheiro faz apelo aos adeptos: "Cantem Grândola Vila Morena!"


Foi a mais carismática senha do 25 de Abril, era uma canção de protesto, falava de fraternidade, de igualdade, de vontade, em tempos dificeis, tempos cruéis, com uma ditadura de feição rural e prática obsessiva, ainda que agonizante nos seus anos terminais. "Grândola Vila Morena", de José Afonso, está de regresso à ribalta. 

Cada vez que um ministro sai do gabinete, cada vez que participa numa sessão pública, povo descontente entoa a canção, sinónimo de protesto numa sociedade desumanizada, ademais com governantes que se mostram incapazes de reabilitar o País, ao invés acentuam as desigualdades, os desequilíbrios, contribuem para uma verdadeira e dolorosa depressão nacional. 

Num mero exercício mental, há dias, lembrei-me do que seria se os associados e simpatizantes do Benfica, na Luz ou noutros recintos desportivos, decidissem cantar "Grândola Vila Morena", nos últimos trinta anos, sempre que a nossa equipa foi vítima de injustiças. 

Já se percebeu o que teria acontecido? O tema seria repetido até à exaustão, tantas foram, nesse período, os atentados à verdade desportiva, perpetrados nos campos ou nos corredores institucionais da bola. 

Nunca se cantou "Grândola Vila Morena"? Oportunidades não faltaram. 

Pior ainda, oportunidades continuam a não faltar. Só recentemente, a memória regista, há dois anos, a forma como o Benfica, no início da Liga, foi empurrado para a desilusão. 

A memória regista, na temporada passada, a forma como o Benfica, numa fase capital, foi prejudicado ao ponto de hipotecar as suas possibilidades na reconquista do Campeonato. 

A memória regista, já esta época, desempenhos arbitrais, com o Sporting de Braga em casa e com a Académica fora, a título de exemplo, jogos bastantes para podermos dizer que somos os líderes morais da competição. 

E para cantarmos, cobertos de razão, "Grândola Vila Morena"...» 

- João Malheiro, jornal O Benfica, 1 de Março de 2013

Afonso de Melo sobre gesto de Soares Dias no Dragão: "Ser árbitro em Portugal mete nojo"


Ser árbitro em Portugal é bom. É mais do que bom, é óptimo. 

Ser árbitro em Portugal também roça, na maior parte das vezes, o ridículo. Mas aí a culpa não é do País, é dos árbitros. 

Os árbitros em Portugal estão acima da lei. Isto é, não têm de prestar contas a quem quer que seja pelas poucas vergonhas que cometem. Ou melhor, prestam contas a si próprios o que vai dar no mesmo. 

Há países em que os árbitros vêm a público falar dos seus erros. São países onde não fica bem a um árbitro visitar um presidente de clube na véspera de arbitrar um jogo desse mesmo clube. São países onde não fica bem a um árbitro frequentar as casas dos presidentes ou dirigentes de clubes e ponto final. 

Em Portugal os árbitros não têm vergonha. Não têm vergonha de, em pleno relvado, tirarem as insígnias da FIFA para oferecerem ao treinador de uma das equipas que acabaram de dirigir. 

O recato não é palavra importante. Pelo contrário, é o exibicionismo que lhes marca a existência. 

Em qualquer país civilizado, um árbitro teria vergonha de beijar os pescoços dos jogadores no final dos jogos. É uma questão de decoro. 

Em Portugal, o mais barato dos árbitros faz gala em abraçar jogadores (sempre os da mesma equipa) e ser fotografado com eles exibindo sorrisos macabros. É uma questão de decência. Neste caso, de falta dela. 

Poderíamos ter visto tudo, mas não. Em Portugal, os árbitros fazem sempre questão de nos surpreender. Por isso até já vimos um árbitro tirar a camisola no final de um jogo e, como se fosse um jogador, oferecê-la ao público. 

É por isso que ser árbitro em Portugal é bom. Mas mete nojo.» 

- Afonso de Melo, jornal O Benfica, 1 de Março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013

Mensalidade da Benfica TV vai ser inferior a 10 euros


A Benfica TV vai passar a ser paga a partir da próxima época. O projeto que está a ser desenhado prevê um modelo de subscrição com uma mensalidade que deverá, no entanto, ser substancialmente inferior - provavelmente um terço - ao preço atualmente cobrado pela Sport TV (26 euros).

Segundo apurou o Expresso, esta é uma das medidas a adotar pelo clube para rentabilizar os investimentos que está a fazer no reforço de conteúdos do seu canal. Outro dos eixos centrais deste projeto será a entrada do canal na maior operadora de cabo do país, a ZON.

Até ao momento a Benfica TV está apenas disponível no MEO, Cabovisão e Clix TV, mas o Expresso sabe que há negociações avançadas para disponibilizar o canal em todas as plataformas. Só a entrada na ZON fará a Benfica TV chegar a mais 1,4 milhões de lares.

Estas decisões surgem na sequência da vitória do Benfica no concurso para garantir o exclusivo para o mercado português dos direitos de emissão da liga inglesa de futebol, que até agora estavam em posse da Sport TV.

O acordo é válido para as próximas três épocas e segundo fontes contactadas pelo Expresso foi fechado por valores entre os 7,5 milhões e os 8 milhões de euros. Ou seja, cerca de 2,6 milhões por ano. As mesmas fontes revelam que no contrato atualmente em vigor, a Sport TV pagaria cerca de 2,3 milhões de euros por ano.

Além da liga inglesa, a Benfica TV vai também emitir a partir da próxima época os 15 jogos anualmente disputados pelo Benfica em casa na liga Sagres - depois de o clube ter recusado uma proposta de €22 milhões por época para renovar o contrato com a Sport TV - e continuará a ter os direitos do campeonato brasileiro de futebol.

Fontes contactadas pelo Expresso garantem que o Benfica vai continuar atento ao mercado e não descarta a possibilidade de comprar outras competições internacionais para aumentar a sua oferta de conteúdos desportivos e assumir uma concorrência direta com a Sport TV.

-Noticia retirada do site do jornal Expresso

José Manuel Delgado apelida de "trunfo impressionante" a aquisição dos jogos da Liga Inglesa pela Benfica TV


O mercado televisivo português dos jogos de futebol em direto sofreu ontem mais uma alteração substancial, com a divulgação da aquisição, por parte da Benfica TV, dos jogos da Premier League, entre 2013/14 e 2015/16. 

Mas se a esta notícia se fizer acrescer, por maioria de razão, que a aposta do clube da Luz na sua televisão não deixará de fora os jogos caseiros dos encarnados, chegar-se-á à conclusão de que nada será como dantes. 

Aquela que foi a mais relevante das promessas eleitorais de Luís Filipe Vieira há pouco mais de quatro meses, não renovar com a Olivedesportos, colocando assim em causa o monopólio desta empresa, é agora reforçada com um trunfo impressionante, já que o campeonato inglês é o mais espetacular de todos e poderá tornar-se ainda mais apelativo para os portugueses caso algum dos pesos pesados nacionais - e aqui falo de Mourinho e Cristiano Ronaldo - vier a regressar ao reino de Isabel II. 

Resta saber agora que modelo de negócio será escolhido pelo Benfica para rentabilizar o investimento. O contrato de exclusividade dos encarnados com o MEO termina este ano, o que abre a Luís Filipe Vieira uma janela negocial muito mais ampla; e a possibilidade do Benfica vir a criar um canal Premium (onde estariam os diretos dos encarnados e dos campeonatos inglês, brasileiro, norte-americano e grego) que venha a custar mensalmente menos de metade do que é cobrado pela Sport TV, pode ter o efeito de um sismo de grau 9 na escala de Richter no mercado do cabo. 

Se, como desejava, Luís Filipe Vieira não conseguiu ver o Museu Cosme Damião inaugurado no dia do 109.º aniversário do Benfica, essa data, ontem celebrada, não deixou de ficar marcada por um facto de enorme alcance.» 

- José Manuel Delgado, jornal A Bola, 1 de Março de 2013

Vieira não pára: Hotel e lar para ex-jogadores são os próximos projectos


Este é um projeto que ainda está em fase de estudo, mas que o líder benfiquista quer levar adiante ainda no seu mandato.

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, ambiciona construir um hotel, num local próximo do Seixal, onde os encarnados têm, de resto, o centro de estágio do clube, para rentabilizar e explorar, do ponto de vista comercial, a própria marca do emblema da Luz. Algo que já acontece, por exemplo, em Inglaterra, onde 80% dos clubes da I Divisão têm um hotel incorporado nos respetivos, e modernos, refira-se, recintos desportivos. Outro projeto é a construção de um lar para ex-jogadores dos encarnados.

Numa primeira fase, o objetivo do máximo responsável benfiquista passaria por angariar lucros para o clube, graças à marca Benfica e, num futuro, o mencionado hotel poderia albergar, eventualmente, o plantel da equipa principal de futebol. Ainda assim, sabe o DN, a atual estrutura do Benfica encontra-se muito satisfeita com as condições existentes no centro de estágio no Seixal, na Margem Sul, onde os futebolistas do conjunto que é treinado por Jorge Jesus usufruem de quartos individuais.

Esta (construção de um hotel na zona do Seixal) é uma ideia que o presidente do Benfica está a ponderar concretizar desde há já algum tempo. A intenção, com a construção de um hotel para o plantel principal, passaria por, de certa forma, também, manter a privacidade de que o grupo de trabalho, que atualmente pernoita ou no centro de treinos no Seixal, na Margem Sul, quando joga na região centro do País, ou então em Santo Tirso, isto quando tem de defrontar adversários no Norte de Portugal (quando joga no Algarve fica num hotel o mais próximo possível do adversário), já dispõe no presente. Além de zelar, de igual modo, pela privacidade do grupo, um hotel, específico, para jogadores do Benfica poderia contribuir, sobremaneira, para conservar, igualmente, o elo entre toda a estrutura do futebol do clube de Lisboa.

Antigas glórias do clube não estão esquecidas

De acordo com as informações recolhidas pelo DN, Luís Filipe Vieira pondera, igualmente, ordenar a construção de uma zona específica, uma espécie de lar de acolhimento, no interior do centro de treinos do Seixal que possa, no futuro, albergar antigos futebolistas do Benfica. 

-Noticia retirada do site do Diário de Noticias

Papa Bento XVI faz o anúncio do ano