sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Pedro Ribeiro diz que há falta de Benfiquismo no Benfica


É uma questão mais pertinente do que nunca, ou devia ser, para os benfiquistas. 

Para lá da bazófia habitual do "este ano ninguém nos agarra", este extraordinário e certeiro texto de Leonor Pinhão põe o dedo na ferida, depois da vergonhosa deslocação do Benfica a Dusseldorf, e do convénio entre a Academia Mário Coluna ...e o FCP. 

Dois casos que mostram, para quem quiser ver, que há realmente falta de benfiquismo no Benfica. Não há quem saiba estar à Benfica dentro e fora do campo, quando isso é mais preciso. É triste. Mas o mais triste é isso não ser mais claro, dentro de fora do clube. 

Como a implosão do sistema financeiro, haverá quem diga, mais tarde: eu vi logo. 

Não, actualmente são poucos os que avisam para o mal que as coisas estão.

Leonor Pinhão avisa, e, meu Deus, como acerta na mouche. Já fomos?

-Pedro Ribeiro, no seu blog "Os dias Úteis", 15 de Agosto de 2012

Video Promocional: Benfica - Braga

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bagão Félix critica o árbitro Fischer por desmaiar com o sopro de Luisão


O SLB foi o convidado para a presentação do Fortuna, que há muitos anos não competia na Bundesliga. Num jogo amigável, como sói dizer-se. 

Estádio cheio e com muitos emigrantes transportando a paixão do seu Benfica. Mas a festa acabou tristemente desamigável... numa organização confrangedoramente amadorística na austera Alemanha. 

Um trio de arbitragem (?) vindo dos confins de divisões secundárias e um 4.º árbitro invisível. 

O jogo ia sonolento quando J. García resolve não ser assim tão amigável quanto o jogo. 

Maxi e C.Martins cercam o árbitro para evitar a inevitabilidade da expulsão. 

A insustentável leveza de Luisão, o capitão, esbarra no juiz em vez de esbarrar nos colegas. Assiste-se, depois, a uma excessiva, insensata e indecifiável emotividade.

O alemão desmaia (?) com o sopro, num momento patético de medo e incompetência, quiçá os minutos de glória do queixinhas por tão imaginativa brutal agressão. 

- Bagão Félix, jornal A Bola, 16 de Agosto de 2012

Video: Golo de Cardozo no Paraguai 3-3 Guatemala

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

José António Saraiva diz que queda do árbitro Fischer foi uma cena de um filme de Charlot


A cena entre Luisão e o árbitro Fischer parecia retirada de um filme de Charlot: o matulão vai contra o pequenote, e este cai inanimado com o simples impacto do choque. 

Isto explicará os sorrisos de Jesus, dos jogadores do Benfica e certamente do público. 

As quedas aparatosas dão muitas vezes vontade de rir - mas aquela assemelhava-se, de facto, a um filme cómico. Não sei o que terá justificado o suposto desmaio do árbitro, já que o contacto, por muito grande que Luisão seja (e é), foi corpo contra corpo, não parecendo ter havido nada de especialmente grave. 

Demasiado rígida foi a conduta posterior de Fischer, recusando-se a reatar a partida. Eu sei que tinha a lei do seu lado. Mas podia, por respeito para com o público, considerar que o gesto de Luisão não fora intencional, dialogar com ele, esclarecer a situação - e prosseguir o encontro. 

Até porque, como as imagens documentam, saiu do campo pelo seu pé em perfeitas condições: Interrompendo a partida, Fischer mostrou desrespeito pelos espectadores que pagaram o seu bilhete e tinham direito a ver 90 minutos de jogo e não apenas 39. 

Ficou a ideia de que o árbitro quis fazer uma birra. 

Ainda por cima, estavam do outro lado uns portugueses selvagens, que não mereciam nenhuma consideração. 

É que, a par da lei - que permitia ao árbitro interromper o jogo naquela situação - há o bom senso. Ora aquilo que justifica o espetáculo futebolístico são os espectadores - e estes foram lamentavelmente desprezados pela equipa de arbitragem, que fez uma demonstração de autoridade à custa de quem gastou o seu dinheiro para ir ao futebol.» 

- José António Saraiva, jornal Record, 15 de Agosto de 2012

Cruz dos Santos diz que Luisão mentiu e não pode ter a consciência tranquila


(...) Um pequeno atrito aqui ou acolá, mas nada de verdadeiramente importante. E o árbitro, Christian Fischer, sem dar motivo a reparos. 

Muitas vezes, porém, elas acontecem quando menos se espera. E, no minuto 39, com 0-0 no resultado, Javi García esqueceu-se de que já vira o cartão amarelo e derrubou um adversário de forma indiscutivelmente faltosa (embora pontapeando a bola) e ia ser expulso por segunda advertência (correcta), mas o árbitro, quando para ele se dirigia, teve de se desviar da impulsiva aproximação de Maxi e de Carlos Martins e viu-se derrubado por peitada (digamos assim) de Luisão, vindo de longe em corrida - para travar o ímpeto daqueles dois colegas, segundo disse depois, já com o jogo dado por concluído pelo árbitro (conforme lhe competia), após recuperar do desmaio (real ou aparente) sofrido. 

Faltou ao árbitro, antes de sair, expulsar Javi García e Luisão. Pareceu em condições de o poder fazer. 

Mas Luisão mentiu e não pode sentir a consciência tranquila, porque foi claramente apenas chocar com o árbitro. 

Não mancha a sua bonita carreira, mas procedeu de forma imprópria das responsabilidades que tem. 

O Benfica já devia ter condenado o ocorrido em vez de defender o indefensável pela voz de António Carraça e não só. 

A par disso, foi deplorável a imediata bicada de Pinto da Costa no Benfica, pois o triste episódio só devia poder merecer lamento de quem tem peso (e nem é pouco) no futebol português.» 

- Cruz dos Santos, jornal A Bola, 14 de Agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Octávio Ribeiro diz que nem o sábio João Rodrigues livrará Luisão de uns meses de castigo


Fechemos com Luisão. Depois da falta de travões naquela abordagem ao árbitro, uns meses de castigo nem o sábio João Rodrigues lhe conseguirá tirar. Um fundo golpe na estrutura do Benfica. 

Mas convém lembrar: em que circunstância Luisão atropelou o árbitro? 

Num lance que ditava a expulsão justa do seu colega Javi García. 

Tudo isto num jogo particular. A equipa do Benfica mostrou grave défice de controlo emocional.

- Octávio Ribeiro, jornal Record, 14 de Agosto de 2012

António Magalhães peremptório sobre o lance de Luisão: "O impacto atirou o árbitro ao chão"


O futuro de Luisão está nas mãos do árbitro que apitou os 39 minutos do jogo Fortuna-Benfica e da federação alemã. 

O que o juiz escreveu no relatório do jogo será determinante para o que se passar a seguir. 

Se Christian Fischer referir que foi vítima de agressão e a federação alemã remeter o documento para a sua congénere portuguesa, então dificilmente o capitão do Benfica escapará a severo castigo. 

Esse será determinado pelo Conselho de Disciplina da FPF, a não ser que a FIFA reclame para si a tarefa. Tem esse poder mas são desconhecidos casos em que interveio a esse nível. 

Independentemente do castigo e de quem eventualmente o aplicar, a verdade é que estamos perante um lamentável episódio, cujas imagens falam por si.

Não vale a pena branquear a situação. O encosto existe e o impacto atirou o árbitro ao chão. 

Quanto à intenção de agredir, Luisão negou-a, mas ela só será devidamente avaliada em sede disciplinar (se lá chegar, claro). 

Duvido que passe impune. A atitude Luisão não nos deixa, porém, dúvidas a respeito da forma como os jogadores que atuam no nosso pais encaram os árbitros. 

O clima de desconfiança, de suspeição e de arruaça que se vive no futebol português tem estas consequências. E às vezes, acontece o pior.» 

- António Magalhães, jornal Record, 13 de Agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ex-jogador Luís Filipe defende Luisão e fala de teatro do árbitro


Luís Filipe considera que só o árbitro do Fortuna Dusseldorf-Benfica é que terá de ser responsabilizado por aquilo que considera ser uma cena de "teatro" protagonizada em pleno relvado, depois do choque com Luisão.

O agora jogador do Olhanense, que jogou no Benfica, sai em defesa do seu antigo capitão de equipa, frisando que o brasileiro apenas quis abordar o árbitro e defender os seus companheiros.

"O primeiro a armar toda aquela confusão é o árbitro, quando dá um encontrão ao Maxi Pereira. É óbvio que o Luisão, como capitão de equipa, foi defender o companheiro e tirar algumas satisfações. O árbitro aproveitou para sair por cima daquela situação", começa por comentar Luís Filipe, em declarações a Bola Branca.

"Mas foi tudo muito ridículo", enfatiza, negando que Luisão tivesse qualquer intenção de agredir o juiz da partida.

"Isso não faz sentido. Mesmo que tenha havido um pequeno encosto, penso que não seria suficiente para todo aquele teatro", conclui.


-Noticia retirada do site da Radio Renascença

Rui Santos ataca Vieira: "Não consegue ter mão no Benfica"


É nestas alturas que se percebe que, por muito que tente, Luís Filipe Vieira não consegue ter mão no Benfica. Está mal rodeado, não tem ninguém que se faça ouvir e a quem dê ouvidos, pela sua autoridade moral.

Um dos problemas de muitos agentes do futebol profissional é que partem do princípio que os seguidores do mais belo espectáculo do Mundo são gente estúpida.

O ‘capitão’ do Benfica, Luisão, protagonizou em Dusseldorf, num jogo de preparação e de apresentação do Fortuna perante o seu público, uma situação a todos os títulos lamentável.

Um ‘capitão’ de equipa tem um estatuto que lhe permite entrar em diálogo com o árbitro, mas com desportivismo e sem excessos. Não há ‘protecção dos colegas’ que legitime qualquer tipo de comportamento agressivo perante elementos da equipa de arbitragem ou adversários. Um ‘capitão’ de equipa, exactamente por ser o ‘capitão’, tem de estar preparado para assumir as responsabilidades. Não serve apenas para reivindicar, com base nesse estatuto, melhores condições contratuais.

Pior do que o comportamento de Luisão, que agrediu Christian Fischer (o defesa benfiquista correu vários metros em direcção ao árbitro e não refreou totalmente a corrida porque não quis, provocando o impacto), foi a reacção do Benfica, não apenas aquela que se seguiu à interrupção do jogo -- com Jorge Jesus e vários jogadores a troçarem... --, mas a que se tornou institucionalmente mais grave, protagonizada pelo director-geral António Carraça.

No futebol português -- não é só no Benfica... -- instituiu-se a regra de ‘defender o indefensável’, sob pena de os protagonistas serem apelidados de ‘ingénuos’ ou ‘totós’. É a cultura do chico-espertismo que abunda em Portugal, não apenas no futebol, mas sobretudo no futebol.

Vimos, todos, que Luisão agrediu o árbitro (é claro que poderia ter sido uma agressão brutal, que não foi, para convencer a facção mais musculada das turbas...), mas António Carraça e a máquina de propaganda do Benfica, que A Bola projecta hoje com toda a força na sua primeira página (Javi Garcia a dizer que ‘Luisão é um exemplo para todos’), querem fazer-nos crer exactamente o contrário.

É isto -- como eles costumam dizer... -- defender os superiores interesses do Benfica?

Não me parece. Para Carraça, provavelmente, o árbitro não deveria estar ali, deveria ter-se desviado de Luisão, e parece inconcebível não lhe ter pedido um autógrafo. A UEFA e a Federação alemã deveriam instaurar um inquérito a Fischer por não ter exibido estofo para aguentar a investida do internacional brasileiro.

Luís Filipe Vieira tem de entender que a representação do Benfica não está apenas sobre aqueles que seguem o Benfica por todo o lado e que são incondicionalmente do Benfica, aconteça o que acontecer. Defender os interesses do Benfica é muitas vezes reprovar as atitudes e comportamentos daqueles que colocam em causa a imagem e a reputação do próprio Benfica. E se LFV não entende isso em ano de eleições correrá o risco de se desgastar e suscitar o aparecimento de alguém que aproveite esse desgaste.

O treinador e os jogadores podem fazer o que bem lhes apetece que haverá sempre um director diligente a proteger-lhes as costas. Não é assim que o Benfica se distingue dos outros. É assim que o Benfica se confunde, negativamente, com aqueles que critica.

Em condições normais, Luisão será castigado. E, sem Luisão, o Benfica destapa um outro problema que decorre da forma atabalhoada como tem reconstruído o plantel: muitos jogadores para a frente, poucos (em qualidade) para trás. Com todo o respeito por Miguel Vítor e Jardel, não é bem a mesma coisa...

O Benfica dá claramente uma imagem de descontrolo... ainda antes de o campeonato começar. Não, as pessoas do futebol -- mesmo que tenham clube... -- não devem ser tratadas como gente estúpida.


-Rui Santos, site Relvado

Trabzonspor dá 6 milhões por Emerson e Saviola


O clube do campeonato da Turquia terá já entregue uma proposta de seis milhões de euros pelos dois jogadores do Benfica.

O Trabzonspor está em Lisboa para fazer um ataque fulminante e cerrado por Saviola e Emerson, razão pela qual enviou a Portugal o diretor desportivo, Giray Bulak. 

A dupla é a prioridade do técnico Senol Gunes para reforçar o plantel, razão pela qual o emblema turco oferece ao Benfica seis milhões de euros.

Ao que O JOGO apurou, o Trabzonspor aguarda ainda uma resposta definitiva de Luís Filipe Vieira - apesar de na Turquia o negócio ser dado como encerrado com sucesso -, mas está otimista quanto à transferência. 

De tal forma que Emerson e Saviola já têm também na sua posse uma oferta com as condições salariais a auferir em Trabzon.

O Tranzonspor não está disposto a esperar muito mais, visto ter a máxima urgência em encerrar o negócio para poder enviar a lista para o confronto do play-off da Liga Europa, frente ao Videoton de Paulo Sousa, até ao final do dia.

-Noticia retirada do site do jornal O Jogo

Moita Flores defende Luisão e critica atitude do árbitro em Dusseldorf


Não sou adepto do Benfica e, como sportinguista, não tenho gratas memórias de Luisão. Mas nessa não simpatia, que não significa antipatia ou animosidade, devo reconhecer que é um excelente atleta. Sarrafeiro, manhoso, e também um defesa seguro e que impõe respeito.

Agora, vejo imagens em que o envolvem com um árbitro alemão e não posso deixar de sorrir ao ver que Luisão apanhou pela frente um manhoso muito melhor do que ele. Nunca vi nada igual. O árbitro assinala uma falta, Luisão e outro jogador do Benfica discutem a bondade da apitadela, e até é possível que o defesa se tenha encostado a ele.

O alemão, ignorando a tradição bélica prussiana, atira-se para o chão inanimado, ou fingindo-se inanimado, o jogo pára, entram assistentes, os jogadores das duas equipas não sabem se hão-de rir se levar a coisa a sério, e a história termina minutos depois com o tipo a levantar-se, a marchar para as cabines, e o jogo anulado. Acho que Luisão, a esta hora, ainda deve estar a perguntar-se onde é que foi parido um sabidão maior do que ele. Só podia ser alemão. Do país que manda na Europa. E agora corre o risco de o homem amuar por ter posto meio estádio a rir por causa da mariquice da cena e escrever um relatório onde o jogador pode correr o risco de ser irradiado. Risco sério, diria eu.

Qualquer lusitano, nestes dias de crise, deve reverenciar os árbitros alemães. São os donos da bola e do jogo que se disputa em todos os relvados governamentais, o que quer dizer que, no petisco europeu, têm a faca e o queijo nas mãos. Ora Luisão ameaçou armar--se em grego e o árbitro desmaiou depressa. E daqui retira-se uma conclusão em jeito de metáfora: sejam árbitros de futebol, sejam da troika, quando trimestralmente vêm fiscalizar o comportamento do País face à penhora que nos está imposta, a tentativa de encosto cai mal em pano germânico.

Vítor Gaspar faz muito bem compondo aquela postura educada que não encosta em demasia, não protesta, apenas cumprimenta e de longe. É que se o hábito pega, partindo da fita do árbitro do encontro particular, não vai ser difícil ver peritos caídos pelo chão do Terreiro do Paço, inanimados, porque apitaram com defeito em qualquer das contas do orçamento de Estado que têm sobre vigilância. E se mandam terminar o jogo é uma chatice. Lá marcharemos todos para a fila da sopa do Sidónio.

-Moita Flores, 12 de Agosto de 2012, Correio da Manhã

domingo, 12 de agosto de 2012

José Manuel Delgado diz que o árbitro quis entrar para o Guiness com o pior desmaio da história


Em Aveiro o FCPorto demorou mas não falhou e conquistou a Supertaça Cândido de Oliveira, mas a maior surpresa, no que respeita ao futebol nacional, estava guardada para Dusseldorf, onde o jogo do Fortuna local com o Benfica não acabou. 

Um árbitro com queda (literalmente falando!) para o teatro, tanto quis ser protagonista que conseguiu entrar para o Guiness com o pior desmaio da história, do qual recuperou rapidamente, sem necessitar, aliás, de tratamento médico. 

Há jogos que são verdadeiras armadilhas e a ver vamos como isto acaba, embora a opinião dos especialistas seja de que tudo ficará em águas de bacalhau...

- José Manuel Delgado, jornal A Bola, 12 de Agosto de 2012

Video: Resumo do empate 2-2 entre Benfica B e Braga B

Pinto da Costa dá uma "bicada" no caso Luisão


O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, elogiou a vitória frente à Académica (1-0), na Supertaça, e a postura de todos os intervenientes, mas catalogou de triste o incidente registado entre Luisão e o árbitro no particular entre o Fortuna e o Benfica.
«É bom começar sempre a ganhar. É uma vitória importante frente a uma equipa com a postura da Académica, que jogou bem e com grande correção, tal como todos os intervenientes. Foi bom para compensar um triste episódio que decorreu na Alemanha», afirmou Pinto da Costa, em declarações à RTP.


sábado, 11 de agosto de 2012

Pedro Henriques diz que Luisão deverá ser castigado na Liga dos Campeões


O incidente protagonizado por Luisão no jogo particular do Benfica, em Dusseldorf, poderá trazer consequências para o capitão dos encarnados a nível internacional, com a suspensão nos jogos da Liga dos Campeões como efeito mais provável. 

Segundo Pedro Henriques, especialista em arbitragem da TVI, a situação em causa não deverá ter efeitos nas competições nacionais, mas, dependendo do que o árbitro escrever, será tratado a nível das federações, e chegando provavelmente às competições da UEFA, à luz dos regulamentos internacionais. 

«Tudo vai depender das palavras que o árbitro escolher para o relatório, mas numa situação destas a suspensão em provas internacionais é o desfecho mais provável», adianta o antigo árbitro.

Refira-se que a partida foi interrompida a poucos minutos do intervalo, com a equipa de arbitragem a recolher às cabinas e a dar o jogo entre o Fortuna Dusseldorf e o Benfica por concluído.

-Noticia retirada do site do Mais Futebol

Benfica quer vender Aimar


Pablo Aimar e Saviola são dois dos jogadores que poderão deixar o plantel do Benfica ainda antes do início da época.O Correio da Manhã sabe que, em relação a Aimar, a SAD estuda neste momento propostas do Golfo Pérsico, e caso alguma satisfaça os interesses da sociedade será aceite.

‘El Mago’ é o jogador mais bem pago do plantel, auferindo um vencimento anual de 2,2 milhões de euros. Ao contrário do que sucedeu nas últimas épocas, nesta altura perdeu o estatuto de intocável. Para isso, muito contribuiu a clara ascensão de Carlos Martins, titular indiscutível na posição de ‘joker’, a mesma do argentino.

Outra razão que fragiliza a posição de Aimar são as constantes lesões. Na pré-época, apenas jogou 45 minutos, diante do Marselha (2-0), e ontem nem sequer foi convocado por Jorge Jesus para a viagem rumo a Dusseldorf – onde as águias defrontam o Fortuna local esta tarde – devido a problemas musculares.

Outro jogador que deixará as águias caso surjam propostas interessantes é Saviola (ganha 1,9 milhões/ano), que foi chamado pelo técnico para o jogo particular na Alemanha, o último antes da primeira jornada da Liga (Sp. Braga, na Luz, no dia 18 de Agosto). A SAD optou, na época passada, por accionar a cláusula de opção, renovando automaticamente com ‘El Conejo’, de 30 anos, e agora é o próprio jogador que se mostra renitente em sair. A sua posição está preenchida por Rodrigo, Kardec e Michel. O próprio Carlos Martins é candidato a jogar nas costas do paraguaio Óscar Cardozo.

-Noticia retirada do site do Correio da Manhã

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Leonor Pinhão critica jornalistas pelas perguntas que não fazem a Pinto da Costa


«(...) O site Negócios-online avançou com uma notícia não mais do que curiosa. 

Esta: «A Porto-Gaia, fundação criada em 1999 para construir e gerir o centro de estágio do Futebol Clube do Porto, é uma das que pode ser extinta por ter tido uma das piores avaliações no censo efetuado pelo Governo: 84,4 % das suas receitas provêm de dinheiros públicos. Entre 2008 e 2010, a fundação recebeu 4,234 milhões de euros em apoios financeiros públicos.» 

A notícia veio a lume na sexta-feira. No domingo, o centro de estágio do FCPorto foi palco da festa e da cerirnónia do 10. º aniversário da inauguração do dito complexo desportivo e contou com a presença dos dois presidentes, o do FC Porto e o da Câmara Municipal de Gaia. 

Houve discursos. O presidente do FC Porto definiu a ligação do clube com a autarquia como «uma parceria de sucesso» . 

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Gaia optou por uma metáfora de índole conjugal e chamou-lhe «um casamento perfeito». 

O presidente do FC Porto também se referiu com palavras de elogio à qualidade dos jogadores de futebol da equipa B do clube. 

Sobre a notícia da antevéspera, veiculada pelo Negócios nem uma palavra nem do presidente nem do edil. 

Provavelmente porque ninguém lhes perguntou nada sobre o momentoso assunto. 

Se calhar nem havia jornalistas presentes. 

Era apenas uma festa. E festa é festa.» 

- Leonor Pinhão, jornal A Bola, 9 de Agosto de 2012

Luís Freitas Lobo defende utilização de Gaitan na posição 10


Vendido Matías Fernández e com a permanente ameaça física sobre Aimar, Benfica e Sporting abriram a questão 10. 

Quem joga na zona central da linha mais ofensiva do meio-campo? 

Ouço falar em Bruno César e Labyad. Tenho a tentação de dizer Gaitán e Izmailov. 

É verdade que Bruno César caía muitas vezes nessa posição no Brasil mas numa dinâmica de jogo totalmente distinta. 

O rigor posicional europeu (e do sistema-Jesus) não lhe permite andar vagabundo do flanco para o centro (e vice-versa) como fazia no Brasil onde o 10 (ou os meias; como chamam os brasileiros) jogam horizontalmente, de um flanco para outro. 

Na Europa, esses movimentos são essencialmente verticais (de rotura, em posse; de compensação, sem bola). Bruno César tem técnica para fazer o lugar, mas não tem a cultura. 

Gaitán penso que tem as duas coisas. Com o tempo, na Europa, foi-se tornando mais médio do que segundo avançado e nunca o vi como um ala puro. 

Nenhum deles defende muito, mas Gaitán é, na essência, o que sabe esperar melhor para tomar as decisões mais acertadas.» 

- Luis Freitas Lobo, jornal A Bola, 8 de Agosto de 2012