Noticias, Fotos, Videos, Resumos de Jogos e Artigos de Opinião acerca do Benfica e de tudo aquilo que o rodeia
sábado, 21 de julho de 2012
Silvio Cervan diz que Ricardo Araújo Pereira e Pedro Ribeiro são bem melhores do que Thomas, Rojas e Escalona
Gostei até agora da pré-época encarnada. Este Benfica parece sólido e seguro, recheado de soluções mesmo sem contar com Rodrigo e Nélson Oliveira que ainda não se juntaram ao grupo.
Na passada quarta feira vi poucos minutos de Ricardo Araújo Pereira e Pedro Ribeiro.
Julgo que ainda é cedo para saber se têm lugar no plantel. Muito seguros no aquecimento, rápidos a bater palmas, mas preciso de ver o entendimento com Pablo Aimar para emitir um juizo definitivo.
De qualquer forma, melhores que Thomas, Rojas e Escalona parece garantido.»
- Sílvio Cervan, jornal A Bola, 20 de Julho de 2012
João Malheiro fala sobre o seu novo livro sobre o Glorioso
Chama-se BENFICA NO DESENHO DA HISTÓRIA.
É o meu novo livro, produto oficial SLB, com textos da minha lavra e desenhos de Sofia Zambujo, uma talentos a benfiquista, cujas ilustrações me motivaram a endereçar-lhe o convite para a consecução da obra.
BENFICA NO DESENHO DA HISTÓRIA retrata, em imagens e em textos, os 120 melhores jogadores e os dez mais destacados treinadores da história centenária do nosso Clube.
Trata-se de um longo cortejo que permite mergulhar (melhor ainda, saborear) os feitos de uma maúça de gente que emprestou majestade, que conferiu primazia, que protagonizou mística, que concitou aplausos infindos.
BENFlCA NO DESENHO DA HISTÓRIA, cujo lançamento, na Luz, está aprazado para a próxima semana, afigura-se mais um documento suscetível de conferir elevada auto-estima a todo o universo vermelho.
Retrata coisas boas, proezas irrepetíveis, odisseias sem igual.
A preferência das 130 figuras pode não ser consensual?
Mas será que haveria duas escolhas iguais?
Seguramente, passe a imodéstia, não vai suscitar nenhum sobressalto, ainda que talvez este ou aquele reparo.
BENFICA NO DESENHO DA HISTÓRIA, com um texto institucional do presidente, Luís Filipe Vieira, e prefácio do grande escritor e benfiquista, José Jorge Letria, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, é mais um contributo para valorizar o património bibliográfico do Glorioso.
Como é que me sinto, mentor do projeto e co-autor do livro?
Gloriosamente feliz, gloriosamente emocionado.
Com uma dedicatória veneranda ao meu Benfica.»
- João Malheiro, jornal O Benfica, 20 de Julho de 2012
João Rui Rodrigues diz que Rojo não veio para o Benfica porque não era consensual no clube
Em boa verdade, as águias deixaram arrastar demasiado o processo e a escolha do jogador não recolhia unanimidade dentro do clube, caso contrário não seria pouco mais de 1 milhão de euros a impedir a concretização do negócio.
Mais do que um defesa com qualidade - mas cujas características não são as de um lateral ofensivo -, o Benfica sai prejudicado em termos de imagem: Perdeu um jogador que negociou durante vários meses para um rival e, pior do que isso, continua sem resolver um problema que dura há um ano.
Quem vier, ficará, agora, catalogado como segunda opção.»
- João Rui Rodrigues, jornal Record, 20 de Julho de 2012
Bagão Félix também é contra o fim dos empréstimos
(...) foi de todo incompreensível a proibição de cedências de jogadores a clubes da mesma Liga. À boa maneira portuguesa, passa-se da magnitude do exagero ao absolutismo da interdição, como se não houvesse uma medida de equilíbrio entre os extremos. Sabendo-se que, se tal assim ficar, nascerão formas de engenharia laboral para atingir os mesmos fins.
-Bagão Félix, jornal A Bola
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Bruno Carvalho sobre os empréstimos de jogadores: "Benfica perdeu a guerra moral"
Há anos que defendo que clubes que jogam na mesma liga não deveriam poder emprestar jogadores entre si.
Há poucos dias a Liga aprovou isso mesmo, essa proibição.
Incompreensivelmente o Benfica foi o principal contestatário da medida.
O Benfica que tanto gosta de dizer que luta contra a corrupção no futebol português não quis uma medida que pugnava pela transparência dos campeonatos.
Alguns defendem que a proibição dos empréstimos iria enfraquecer os clubes mais pequenos.
Eu digo precisamente o contrário.
O empréstimo de jogadores entre clubes que jogam na mesma liga é imoral e causa dependência.
Os clubes mais amigos ficam com os melhores jogadores.
Os clubes menos amigos ficam sem jogadores.
Os clubes mais pequenos em vez de terem orçamentos compatíveis com a sua dimensão, em vez de apostarem na formação, em vez de pagarem salários mais baixos aos jogadores, em vez de tudo isso, mantêm-se competitivos à custa dos empréstimos.
Põem nas mãos de jogadores pagos por outros a sua sobrevivência competitiva.
Ficam dependentes.
E quem é dependente não é livre.
Quem é dependente é subserviente.
Não compreender isto é não compreender o mundo.
E o Benfica, em vez de se colocar do lado certo da barricada, do lado moralmente correcto, colocou-se do lado errado.
E ainda por cima o Benfica não tem grandes benefícios visíveis. Nem o Benfica nem os seus amigos.
Que o digam Guimarães e Leiria.
Já outros como o Braga, Académica ou Olhanense já não poderão dizer o mesmo.
Finalmente, acabar com a orgia dos empréstimos também teria outra vantagem para o Benfica: forçaria o Clube a reduzir o número de jogadores que tem a seu soldo.
Eu sei que é mau para as comissões.
O Benfica, ganhando a batalha na FPF, perdeu a guerra moral.
Fernando Gomes fez a vontade ao Benfica e o principal beneficiado será outro clube.
Imaginem quem é que se está a rir a esta hora...
-Bruno Carvalho, Facebook, 20 de Julho de 2012
Leonor Pinhão fala do fim do basquetebol portista
As generalizações são sempre perigosas porque, inevitavelmente, carregam uma falsidade do tipo abrangente, universal, que é de evitar a todo o custo se quisermos olhar para situações, pessoas, instituições e outras minudências com olhos de bem as ver.
Vem isto a propósito do recente episódio ocorrido no aeroporto Sá Carneiro, da cidade do Porto, aquando do regresso da equipa de futebol do principal clube da Invicta depois de um estágio de preparação para a nova temporada realizado no estrangeiro.
Aconteceu que os jogadores de futebol do FC Porto tinham à sua espera no aeroporto um grupo impecavelmente ordeiro de adeptos do clube que quiseram aproveitar o arraial jornalistico que sempre se monta em acontecimentos do género futebolístico para vingarem um protesto contra a anunciada extinção da secção de basquetebol do clube.
Certamente que esta manifestação no aeroporto não foi organizada por um bando de delinquentes e é de duvidar que os adeptos do basquetebol portista presente em Pedras Rubras fossem, um a um, os mesmos que no fim do jogo decisivo do último campeonato impediram à bruta que a equipa campeã recebesse o troféu em campo.
Na verdade, são situações que não se compadecem uma com a outra.
E porque, à chegada da equipa de futebol do estágio no estrangeiro, não houve no aeroporto cânticos «SLB, SLB, filhos da puta, SLB» é quase permitido concluir, em abono dos presentes, que não, que não era aquela a mesma gente que se manifestou de forma tão pouco ordeira quando o Benfica foi ganhar o campeonato ao Dragão.
À boleia do futebol e da incontornável visibilidade do futebol, os portistas amantes do basquetebol compareceram no aeroporto, equipados com os artefactos próprios da modalidade, envergando camisolas com nomes dos seus heróis da bola ao cesto.
Não deixando de apoiar os futebolistas que regressavam a casa, os pacíficos manifestantes não enjeitaram a oportunidade de, com bons modos, fazer valer a sua tristeza pelo fim do basquetebol no FC Porto.
Nos jornais do dia seguinte o protesto não foi ignorado.
E seria, com certeza, esta a ideia dos protestantes. Tornar pública a sua legítima insatisfação.
Não caiam, portanto, os benfiquistas na disparatada e abusiva tentação de concluir com pressa e regozijo que a decisão superior de acabar com o basquetebol no Dragão foi mansamente acatada pela generalidade dos adeptos portistas, arrebanhados em prol da urgência de se acabar com o basquetebol da casa pela simples razão de que se perdeu, na dita casa, o último título em disputa para o rival Benfica.
Lá como cá, há pessoas que pensam de modo diferente e que reagem de modo diverso perante as mais diversas situações.
A questão é que, quer na Luz quer no Dragão, há quem goste mesmo de basquetebol, do jogo propriamente dito, e não o veja como uma mera atividade - modalidade compensatória em função única e exclusiva dos dislates do futebol.
No fundo, é uma questão de tacanhez de espírito. Tacanhos há em todo o lado, como sabemos e por muito que nos custe reconhecer. E tacanhos-exacerbados é o que é mais, ainda que não sejam maioria em nenhum dos circulos.
Na franja benfiquista mais tacanha-exacerbada não há quem não conclua que o fecho do basquetebol portista se deve única exclusivamente ao facto de Pinto da Costa não ter aguentado psicologicamente a festa do título benfiquista no pavilhão do Dragão.
E que, para castigar a incompreensível falha dos seus incensados super poderes e para punir, como exemplo para memória futura, a incompetência dos técnicos e dos jogadores do basquetebol que se atreveram a entregar o ouro ao bandido, outro remédio não teve o presidente do FCPorto do que sentenciar a morte de toda uma história de uma modalidade do clube de modo a que, venha quem vier incomodá-lo com o título de campeão de basquetebol conquistado pelo Benfica, possa ele responder com a ironia do costume:
- Basquetebol? Isso nem existe.
Já na franja portista mais exacerbada - tacanha, a justificação para o encerramento do basquetebol profissional é completamente diferente da que vinga na sua congénere benfiquista.
E entra pelos olhos adentro como uma evidência papal: trata-se apenas de os mandar ir jogar sozinhos, carago!
Aqui está um grande, um enorme consolo para a dita franja auto convencida, por razões insondáveis de que sem o FCPorto na competição todos os títulos que o Benfica venha a conquistar não vão ter o mesmo sabor, não vão conseguir fazer sequer saltar uma rolha de uma garrafa de espumante nacional.
O que não é verdade porque se tomarmos o exemplo do futsal, onde o FCPorto também não vai a jogo, a alegria causada aos benfiquistas pelos títulos conquistados pela sua equipa nunca se ressentiu, nem nunca se vai ressentir, da ausência na competição de uma equipa de futebol de 5 vinda do Dragão.
Julgo que no domínio dos raciocínios tacanhos-exacerbados, a franja portista comete um abuso de interpretação dos factos e dos respetivos sabores bem maior do que o cometido pela franja benfiquista.
Haverá uma franja de adeptos portistas tacanhamente convencidos de que, tal como acontece com eles em relação ao Benfica, também os benfiquistas precisam do FC Porto para justificar a sua essência, valor, importância e genuinidade enquanto clube?
Quer parecer que sim. Enganam-se porque, cometendo o pecado das generalizações em seu favor, sofrem de uma visão distorcida da realidade, não essa que muito os satisfaz e nela se comprazem.
No entanto, também a franja tacanha-exacerbada de benfiquistas comete um pecado parecido quando se compraz julgando que o presidente do FCPorto fechou o basquetebol num ataque fulminante de dor de corno, encantadora expressão popular, ao ver o Benfica ser campeão diante do seu nariz.
Honrados pela importância dada por Pinto da Costa ao Benfica, haverá certamente alguns benfiquistas, poucos, que nem se esforçam por reconhecer a maior de todas as evidências do caso do fim do basquetebol portista: o dinheiro.
É a economia, amigos! Num e no outro clube, felizmente, há gente bem-humorada e que opta por ultrapassar todas estas tensões com um sorriso.
Façamos para isso e respeitemos todas as opiniões.
Não há rebanhos, felizmente.
Na minha opinião, por exemplo, julgo que não se corre o risco de vermos o presidente Pinto da Costa a fechar o hóquei em patins do FCPorto por também terem perdido o título nacional para o Benfica depois de 10 anos de enfiada no primeiro lugar.
Já que no que diz respeito ao futebol, o caso pia mais fino.
Julgo que se o Benfica for, alguma vez, campeão nacional por dois anos consecutivos, pensando melhor, por três anos consecutivos, alguma coisa vai ter de fechar no FCPorto.
E não me refiro às torneiras, obviamente.»
- Leonor Pinhão, jornal A Bola, 19 de Julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Wikipédia coloca Nolito no Bétis por empréstimo
A página espanhola da Wikipedia colocou esta quinta-feira Nolito como reforço do Bétis por empréstimo do Benfica até final da temporada, com opção de compra por parte dos espanhóis. Precipitação, aparentemente.
Na mesma página podia ler-se que o extremo que os encarnados recrutaram em Barcelona, na última época, a custo zero terá a companhia de Sidnei, central brasileiro que não vingou na Luz.
A notícia foi entretanto corrigida e recolocado o nome «Benfica» no clube atual de Nolito. O espanhol tem sido um dos jogadores em maior destaque na pré-época encarnada.
-Noticia retirada do site do Mais Futebol
Bernardo Ribeiro diz que Jesus tem razões para estar satisfeito com o plantel do Benfica
Jorge Jesus tem razões para estar satisfeito. Não porque as duas vitórias e o empate de ontem nos testes já realizados signifiquem pontos ou um bom defeso represente a perspetiva de uma grande época, mas sim por ser possível vislumbrar já no Benfica algumas pinceladas de qualidade que são imagem de marca da equipa que encantou os adeptos no ano do título e deixou alguma água na boca nas épocas que se seguiram.
O técnico encarnado ainda não perdeu nenhuma das traves mestras do grupo e tem soluções para todos os gostos.
Mesmo Melgarejo, essa invenção que provavelmente quererá demonstrar mais a necessidade da contratação de um lateral-esquerdo do que uma possível solução para o problema, respondeu presente e tem mostrado capacidade para integrar o plantel do clube da Luz.
Resta aos encarnados acreditar que o fecho do mercado não trará demasiadas deserções.
Vivemos tempos estranhos, estes em que a tesouraria obriga a pensar em vender os craques, mesmo que não haja tempo para encontrar opções melhores.
Mas caso ainda se confirmem saídas, ao Benfica seria sempre melhor perder alguém como Gaitán, que tarda em explodir e confirmar toda a qualidade que lhe parece intrínseca do que um pilar como Witsel ou Javi García ou mesmo Cardozo, um ponta-de-lança que às vezes leva o mais paciente ao desespero pela lentidão de processos mas que tem um jeito especial para fazer algo vital no futebol: marcar golos.
A verdade é que o Benfica foi francamente superior ao Marselha, equipa com mais tempo de trabalho, e com o Lille sem ser claramente melhor, deixou pormenores de qualidade que dão garantias de candidatura forte e concreta.
Jesus tem provavelmente a melhor dupla de centrais da Liga, um lateral-direito que é um regalo, um meio-campo fortíssimo e um goleador que não encanta mas marca.
Precisa esta época de saber gerir melhor o esforço dos craques, apostar nas provas certas e saber focar o grupo nos momentos em que ele não pode realmente falhar.
O título é o que todos os benfiquistas desejam. Tudo o resto será perdoado.»
- Bernardo Ribeiro, jornal Record, 17 de Julho de 2012
Câmara Municipal de Ourém cancela jogo entre Porto e Celta de Vigo por desinteresse das televisões em transmitir o jogo
O jogo amigável entre FC Porto e Celta de Vigo, marcado para sábado, em Fátima, foi alterado para Viseu, por falta de garantias de transmissão televisiva.
O encontro, inserido no I Troféu Internacional de Fátima Cidade da Paz, tinha como objectivo reunir receitas para financiar as novas instalações do Centro de Recuperação Infantil Oureense (CRIO).
Sem qualquer garantia na transmissão da partida por televisão, a organização, que cabia à Câmara Municipal de Ourém, decidiu cancelar o evento, que acabou por ser transferido para Viseu.
-Noticia retirada do site da Radio Renascença
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